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https://hdl.handle.net/10216/150323| Author(s): | Mariana Pires Garcia |
| Title: | Male sex, the levels of prolactin, presence of hypopituitarism and suprasellar extension are predictors of prolactinomas resistance to medical therapy |
| Issue Date: | 2023-05-23 |
| Abstract: | Introduction - International guidelines recommend dopamine agonists as first-line treatment strategy for prolactinomas. Dopaminergic agonists allow the normalization of prolactin levels and the reduction of the tumor dimension. Despite its high efficacy, some prolactinomas are resistant to this therapy. Therefore, this retrospective study aims to identify differences between resistant and responder prolactinomas, to better identify them in clinical practice. Methods - Clinical, laboratory, and imaging characteristics of a cohort of 122 prolactinomas, followed at Centro Hospitalar Universitário de São João, were analyzed. Resistance was defined as the use of cabergoline in doses superior to 3 mg/week without lowering prolactin levels or tumor size. Results are presented as mean ± standard deviation and compared as appropriated, namely using a univariate and multivariate analysis. Results - We considered 114 patients as responders (23.7% male; age 21.5 ± 11.0 years; mean prolactin levels 147.0 ng/mL; 2.8% without visible lesion, 52.8% micro and 44.4% macroprolactinomas; suprasellar extension in 28.2%; infrasellar extension in 28.0% and parasellar extension in 30.1%) and 8 resistant (62.5% male; age 16.8 ± 12.9 years; mean prolactin levels 2430.0 ng/mL; all of them were macroprolactinomas and 87.5% presented extension in at least one of the 3 considered dimensions). Responders used medium doses of 6.6 ± 6.3 mg/day of bromocriptine and 1.1 ± 0.6 mg/week of cabergoline, while resistants used 16.3 ± 11.1 mg/day of bromocriptine and 5.4 ± 4.3 mg/week of cabergoline. One resistant patient was treated with temozolomide. All resistant had hypogonadism and presented more pituitary hypofunctions than responders. Conclusion - Male sex, higher prolactin levels, hypopituitarism and suprasellar extension are predictors of prolactinomas resistance to dopaminergic agents. |
| Description: | Introdução - As recomendações internacionais propõem os agonistas dopaminérgicos como base da terapêutica dos prolactinomas. Os agonistas dopaminérgicos permitem a normalização dos níveis de prolactina e a redução das dimensões do tumor. Apesar de sua alta eficácia, alguns deles são resistentes a essa terapêutica. Posto isto, este estudo retrospetivo visa identificar diferenças entre pacientes resistentes e responsivos à terapêutica, para uma melhor identificação destes casos na prática clínica. Métodos - Foram analisadas e comparadas as características clínicas, laboratoriais e imagiológicas de uma coorte de 122 prolactinomas, acompanhados no Centro Hospitalar Universitário de São João. A resistência foi definida como o uso de cabergolina em doses superiores a 3 mg/semana sem redução dos níveis de prolactina ou do tamanho do tumor. Os resultados são apresentados como média ± desvio padrão e comparados através de uma análise univariada e multivariada. Resultados - Consideramos 114 pacientes como respondedores (23.7% do sexo masculino; idade 21.5 ± 11.0 anos; níveis médios de prolactina 147.0 ng/mL; 2.8% sem lesão visível, 52.8% micro e 44.4% macroprolactinomas; extensão suprasselar em 28.2%, extensão infraselar em 28.0% e extensão parasselar em 30.1%) e 8 resistentes (62.5% do sexo masculino; idade 16.8 ± 12.9 anos; níveis médios de prolactina 2430.0 ng/mL; todos eles macroprolactinomas e 87.5% apresentaram extensão em pelo menos uma das 3 dimensões consideradas). Os respondedores usaram doses médias de 6.6 ± 6.3 mg/dia de bromocriptina e 1.1 ± 0.6 mg/semana de cabergolina, enquanto os resistentes usaram 16.3 ± 11.1 mg/dia de bromocriptina e 5.4 ± 4.3 mg/semana de cabergolina. Um paciente resistente foi tratado com temozolomida. Todos os resistentes apresentaram hipogonadismo e tinham também mais afeção noutras células hipofisárias do que os respondedores. Conclusão - Sexo masculino, níveis elevados de prolactina, hipopituitarismo e extensão suprasselar são preditores de resistência aos agentes dopaminérgicos nos prolactinomas. |
| Subject: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde Medical and Health sciences |
| DOI: | 10.34626/y1eq-bt36 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/150323 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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