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https://hdl.handle.net/10216/150227| Author(s): | Ana Rita Rodrigues Lopes |
| Title: | Periprosthetic Shoulder Infection management: one-stage should be the way - A systematic review and meta-analysis |
| Issue Date: | 2023-06-07 |
| Abstract: | Background: There is still no consensus among surgeons on whether to perform a one or two-stage surgical revision in infected shoulder arthroplasties. The aim of this systematic review and meta-analysis is to rigorously synthesize published studies evaluating the clinical outcomes, recurrence of infection and other clinical complications, in order to discuss which is the best strategy for treating periprosthetic joint infection (PJI) after shoulder arthroplasty. Methods: Upon research using PubMed, SCOPUS and Web of Science databases, on November 2022, studies which presented 1 or 2-step surgical revision as a treatment for PJI after shoulder arthroplasty and assessed the reinfection rate on these patients, as well as other clinical outcomes, with a minimum follow-up of 12 months, were included. Study quality was evaluated using MINORS score. Reinfection and complication rates were extracted and pooled estimates were calculated using the random-effect model. Results: After careful screening, were included 44 studies, 14 reporting on one-stage and 39 studies on two-stage revisions. There were 185 shoulders reported in single-stage revision studies, and 526 shoulders in two-stage revision studies. The overall pooled random-effects reinfection rate was 6.68% (95%CI: 3.76-10.13), with low heterogeneity (I2=28%, p=0.03). Single-stage technique showed a reinfection rate of 1.14% (95%CI:0.00-4.88) and two-stage technique analysis revealed a reinfection rate of 8.81% (95%CI:4.96-13.33). There were significant statistical differences between one and two stage reinfection rates (p=0.04). The overall pooled rate for other clinical complication was 16.76% (95%CI: 9.49-25.15), with high heterogeneity (I2=70%, p<0.01). After one-stage revision the complication rate was 6.11% (95%CI:1.58-12.39) and post two-stage exchange complications rate was 21.26% (95%CI:11.51-32.54). These difference was statistically significant (p=0.03). Conclusions: This is the first systematic review and meta-analysis showing significant statistical differences between one and two stage surgical revision in infected shoulder arthroplasties. Provided the right conditions, one-stage revision shows better results in infection control, with lower clinical complications and possible better clinical outcomes. |
| Description: | Introdução: Ainda não existe consenso entre cirurgiões sobre a realização de uma revisão cirúrgica em uma ou duas fases em artroplastias do ombro infectadas. O objetivo desta revisão sistemática e meta-análise é sintetizar rigorosamente estudos publicados que avaliem os resultados clínicos, como a recorrência de infecção e outras complicações clínicas, discutindo qual a melhor estratégia para tratar a infeção periprotésica após artroplastia do ombro. Métodos: Através de uma pesquisa nas bases de dados PubMed, SCOPUS e Web of Science, em novembro de 2022, foram incluídos estudos que apresentaram revisão cirúrgica em um ou dois estadios como tratamento para infecção articular periprotésica após artroplastia do ombro e que avaliaram a taxa de reinfecção e outros outcomes clínicos, com um seguimento mínimo de 12 meses. A qualidade dos estudos foi avaliada usando a escala MINORS. As taxas de reinfecção e complicações foram extraídas e foram calculadas estimativas utilizando o modelo de efeitos aleatórios. Resultados: Após uma leitura cuidadosa, foram incluídos 44 estudos, com 14 estudos avaliando revisão em um tempo, contemplando 185 ombros e 39 estudos avaliando revisões em dois tempos, incluindo 526 ombros. A taxa de reinfecção global foi de 6,68% (IC95%: 3,76-10,13), com heterogeneidade baixa (I2=28%, p=0.03). A técnica em um tempo cirúrgico mostrou uma taxa de reinfeção de 1,14% (IC95%: 0,00-4,88) e a técnica em dois tempos apresentou uma taxa de reinfeção de 8,81% (IC95%: 4,96-13,33), tendo havido diferenças estatisticamente significativas entre ambas (p=0,04). A incidência global de outras complicações clínicas foi de 16,76% (IC95%: 9,49-25,15), com heterogeneidade alta (I2=70%, p<0.01). Tendo sido de 6,11% (IC95%: 1,58-12,39) para a revisão em um tempo e de 21,26% (IC95%: 11,51-32,54) para a revisão em dois tempos. Esta diferença foi estatisticamente significativa (p=0.03). Conclusões: Esta é a primeira revisão sistemática e meta-análise que mostra diferenças estatisticamente significativas entre a revisão cirúrgica em um e dois tempos em artroplastias do ombro infectadas. Desde que as condições adequadas sejam fornecidas, a revisão em um tempo como tratamento para infecção periprotésica do ombro apresenta melhores resultados no controlo de infecção, com um menor número de complicações clínicas e possivelmente melhores resultados clínicos. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/9e8v-nj96 |
| TID identifier: | 203520467 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/150227 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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