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dc.creatorCarolina Dias da Silva
dc.date.accessioned2025-11-08T05:10:05Z-
dc.date.available2025-11-08T05:10:05Z-
dc.date.issued2023-05-31
dc.date.submitted2023-03-23
dc.identifier.othersigarra:630566
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/150197-
dc.descriptionObjetivo: Este estudo tem como objetivo avaliar se baixos níveis séricos maternos de proteína plasmática A associada à gravidez (PAPP-A) durante o primeiro trimestre estão relacionados com índice de pulsatilidade da artéria umbilical aumentado numa fase posterior da gravidez, em casos de crescimento fetal entre os percentis 3 e 10, a fim de estabelecer o PAPP-A como preditor desses casos particulares de restrição do crescimento fetal. Desenho do estudo: Estudo de coorte observacional, retrospetivo, realizado num Hospital Universitário terciário localizado no Porto, Portugal. Incluímos 664 gestações: 110 casos de PAPP-A < 0,45 MoM e 554 casos com PAPP-A  0,45 MoM. O objetivo primário é determinar a diferença da prevalência de índice de pulsatilidade da artéria umbilical aumentado entre esses dois grupos. Como desfechos secundários foram avaliadas diferenças no peso fetal do neonato, idade gestacional no parto, cesariana, internação em unidade cuidados intensivos neonatais, Apgar de 5 minutos menor do que 7 e taxa de nascidos vivos entre os dois grupos. Resultados: A prevalência de um índice de pulsatilidade da artéria umbilical aumentado, que foi o desfecho primário deste estudo, foi significativamente diferente entre os dois grupos (p = 0,005), pois o grupo PAPP-A <0,45 MoM apresenta maior prevalência (12,7%) quando comparado ao grupo Grupo PAPP-A  0,45 MoM (5,4%). A taxa de cesariana do desfecho secundário foi significativamente diferente entre os grupos (p = 0,014), pois o grupo PAPP-A <0,45 MoM apresenta maior prevalência (42,7%) do que o grupo PAPP-A  0,45 MoM (30,1%). Nenhum outro resultado secundário mostrou diferenças entre os dois grupos. Conclusão: Existe uma associação entre baixo PAPP-A sérico materno (< 0,45 MoM) durante o primeiro trimestre e aumento do de índice de pulsatilidade da artéria umbilical (> percentil 95) mais tarde na gravidez, em casos de PF entre o 3º e o 10º percentis. No entanto, esta associação não é forte o suficiente sozinha para que PAPP-A baixo seja um preditor confiável de índice de pulsatilidade da artéria umbilical aumentado nesta população.
dc.description.abstractObjective: This study aims to evaluate if low levels of serum maternal pregnancy associated plasma protein-A (PAPP-A) during the first trimester are related to increased umbilical artery pulsatility index (UA PI) later in pregnancy, in cases of fetal growth between the 3rd and the 10th percentiles, in order to establish PAPP-A as a predictor of this particular cases of fetal growth restriction (FGR). Study design: An observational, retrospective cohort study, conducted at a tertiary University Hospital located in Oporto, Portugal. We included 664 pregnancies: 110 cases of PAPP-A < 0.45 MoM and 554 cases with PAPP-A >= 0.45 MoM. The primary outcome is the difference in increased UA PI prevalence between these two groups. As secondary outcomes were evaluated differences in neonate fetal weight, gestational age at delivery, cesarean delivery, neonatal intensive care unit hospitalization, 5-minute Apgar score below 7 and live birth rate between the same two groups. Results: Increased UA PI prevalence, which was the primary outcome of this study, was significantly different between the two groups (p = 0.005), as the PAPP-A <0.45 MoM group presents a higher prevalence (12.7%) when compared to the PAPP-A >= 0.45 MoM group (5.4%). The secondary outcome cesarean delivery rate was significantly different between the groups (p = 0.014), as the PAPP-A <0.45 MoM group presents a higher prevalence (42.7%) than the PAPP-A >= 0.45 MoM group (30.1%). No other secondary outcomes showed differences between the two groups. Conclusion: There is an association of low serum maternal PAPP-A (< 0.45 MoM) during the first trimester and increased UA PI (> 95th percentile) later in pregnancy, in cases of FW between the 3rd and the 10th percentiles. However, this association is not strong enough alone for low PAPP-A to be a reliable predictor of increased UA PI in this population.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectMedicina clínica
dc.subjectClinical medicine
dc.titleAssociation of low pregnancy associated plasma protein-A with increased umbilical artery pulsatility index, in cases of fetal weight between the 3rd and the 10th percentiles: a retrospective cohort study
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.34626/9kdp-9t80
dc.identifier.tid203520866
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Medicina clínica
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Clinical medicine
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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Association of low pregnancy associated plasma protein-A with increased umbilical artery pulsatility index, in cases of fetal weight between the 3rd and the 10th percentiles: a retrospective cohort st1.8 MBAdobe PDFView/Open


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