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https://hdl.handle.net/10216/149198| Author(s): | Andreia Catarina Rocha de Almeida |
| Title: | Ouvir a Arquitectura. O espaço como último instrumento sonoro |
| Issue Date: | 2009-12-17 |
| Abstract: | The purpose of this work is to show the hypotheses of inverting the current or popular consideration of acoustic architecture, which favors the elimination of the negative factors of the sound (almost exclusively treated as noise), through an alternative proposal of the understanding of the sonic space and a positive attitude of the recovery of sound quality in architecture. It focus on the fundamental aspects related to Sound and Space from concepts to terminologies, associating theoretical framework to practical field of the materialization of those concepts. It is our objective to study spaces and shapes that generate many sound events that extend music to silence. Sound is a powerful matter, responsible for the changing, definition and quality of space. Its manipulation triggers positive or negative stimuli in humans. So according to his/her sensory experience, the individual selects the information as s/he processes the space appropriation. In that sense it is important to create acoustic balanced environments, with the allocation of character or sound effect that provides comfort and life quality. Spaces with different shapes and materials, produce many sounds or sound effects, timbre and tone. Reciprocally, some musical works are exclusively compound for a specific spaciousness, which generates effects in the music, through its physical properties. Naturally in the Industrial and Electric Revolution, many ways of musical expression emerged, influenced by the new life's rhythms and sounds. Nowadays the sonorous dimension has exagerate proportions, that greatly exceed the body, ear and voice limits. To face this problem the attitude has been to isolate and absorb the sound, and acoustic as been considered as a pathological factor in the project. However the individual necessity of being connected with the world, gives more responsibility to the architect as far as the conception of the caps and spaces that establish such a connection are concerned. It becomes urgent the search of a common vocabulary both to acoustic and architecture, taking the sound as a link and a creativity argument. |
| Description: | O presente trabalho tem por objectivo evidenciar a hipótese de se inverter a consideração corrente ou vulgarizada da questão acústica na arquitectura, que privilegia a eliminação dos factores negativos do som (quase exclusivamente tratado como ruído), através de uma proposta alternativa de entendimento do espaço sonoro e de uma atitude positiva de valorização da qualidade sonora na arquitectura. Trata-se de uma focalização dos aspectos fundamentais relacionados com o Som e o Espaço, desde os conceitos até às terminologias, associando enquadramento teórico com campo prático da materialização desses conceitos. Estudam-se espaços e formas onde se geram as várias manifestações sonoras que se estendem desde o som ao silêncio. O som é uma matéria poderosa, responsável pela modificação, definição e qualidade do espaço. A sua manipulação desencadeia estímulos no ser humano, positivos ou negativos. Assim, através da sua experiência sensorial no espaço, o indivíduo selecciona a informação e processa a sua apropriação do espaço. Neste sentido é importante a criação de ambientes equilibrados acusticamente através da atribuição de um carácter ou efeito sonoro que proporcionem conforto e qualidade de vida ao indivíduo. Espaços com formas e materiais diferentes, produzem diversas sonoridades ou efeitos sonoros, timbre e tonalidade. Reciprocamente algumas obras musicais foram exclusivamente compostas para uma determinada espacialidade, a qual produz efeitos na própria música, através das suas propriedades físicas. Naturalmente no contexto da Revolução Industrial e Revolução Eléctrica, surgiram novas formas de expressão musical influenciadas pelos novos ritmos de vida e sonoridades. Hoje em dia a dimensão sonora tomou proporções exageradas, que ultrapassam largamente os limites do corpo, ouvido e voz. Face a este problema a atitude tem sido a de isolar e absorver o som, tendo sido a acústica encarada como um factor patológico em projecto. Contudo, a necessidade do indivíduo estar em contacto com o que o rodeia atribui uma responsabilidade acrescida ao arquitecto relativamente à concepção dos invólucros e espaços que estabelecem essa ligação. Torna-se urgente a procura de um vocabulário comum à acústica e à arquitectura, tomando o som como elo de ligação e argumento de criatividade. |
| Subject: | Artes Arts |
| Scientific areas: | Humanidades::Artes Humanities::Arts |
| DOI: | 10.34626/nap7-xz34 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/149198 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FAUP - Dissertação |
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