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https://hdl.handle.net/10216/148746| Author(s): | Marta Alexandra de Freitas Paulino |
| Title: | Auto-regulação em contexto escolar: a perspectiva da teoria da auto-determinação |
| Issue Date: | 2009-07-28 |
| Description: | A teoria da autodeterminação propõe a existência de um contínuo de níveis de regulação do comportamento que vão desde o mais extrínseco ao mais auto-determinado. Um dos contextos de aplicação desta teoria é o contexto educativo, uma vez que é importante perceber a influência do mesmo na autodeterminação dos estudantes. Contudo, sabe-se pouco sobre a evolução da autodeterminação e, no caso português, até mesmo sobre a autodeterminação em geral. Este estudo teve como objectivos analisar a) a evolução da autodeterminação ao longo da escolaridade, b) a relação entre a percepção do ambiente escolar e a autodeterminação, c) a relação entre autodeterminação, auto-eficácia, empenho e desempenho dos estudantes e d) a evolução destas relações ao longo da escolaridade. Participaram no estudo 122 estudantes, do 2º ciclo ao ensino secundário. Para avaliar a autodeterminação e a percepção de suporte à autonomia do ambiente de sala de aula utilizaram-se versões portuguesas dos instrumentos desenvolvidos no contexto da Teoria da Autodeterminação: o Academic Self-Regulation Questionnaire e o Learning Climate Questionnaire. Para avaliar a auto-eficácia académica foi utilizada a versão portuguesa do Patterns of Adaptive Learning Scales - Acedemic Efficacy. O empenho foi avaliado usando a Escala de Empenho e a competência académica foi avaliada através da escala de competências académicas do Social Skills Rating System.. Os resultados revelaram diferenças nos níveis de autodeterminação e nas relações entre as variáveis estudadas, conforme avançamos na escolaridade. Os estudantes do 2º ciclo parecem recorrer simultaneamente a várias formas de regulação extrínsecas e intrínsecas, contrariamente aos estudantes do 3º ciclo que se motivam de forma sobretudo externalizada. Os estudantes do secundário revelam níveis mais internalizados de regulação. No que se refere às relações entre as variáveis motivacionais e entre estas e o empenho e desempenho os pressupostos da teoria parecem confirmar-se. Contudo, a avaliação destas relações por ciclos revela especificidades significativas. Por exemplo, o desempenho dos estudantes do secundário associa-se significativamente com a sua autodeterminação, o que não acontece no 2º ciclo, sugerindo diferenças no papel da autodeterminação em diferentes níveis de ensino. Em suma, este estudo permitiu evidenciar diferenças significativas nos níveis e no papel da autodeterminação ao longo da escolaridade e contribuiu para corroborar a pertinência de aplicabilidade da Teoria da Autodeterminação ao domínio escolar. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/148746 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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| 617830.pdf | Auto-regulação em contexto escolar: a perspectiva da teoria da auto-determinação | 2.01 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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