Please use this identifier to cite or link to this item:
https://hdl.handle.net/10216/148697Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Maria Goreti Pinto Moreira | |
| dc.date.accessioned | 2025-08-12T23:10:50Z | - |
| dc.date.available | 2025-08-12T23:10:50Z | - |
| dc.date.issued | 2009-07-22 | |
| dc.date.submitted | 2023-04-05 | |
| dc.identifier.other | sigarra:617850 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/148697 | - |
| dc.description | Nos últimos anos, o estudo sobre o processo de envelhecimento e da velhice tem sido cada vez mais intenso e nas mais variadas perspectivas. A temática do idoso está a ser alvo de um interesse crescente nos trabalhos de investigação. Por conseguinte, pareceu-me interessante realizar um trabalho de investigação neste domínio. Assim, o presente trabalho científico, inserido na linha de investigação da psicologia da saúde e do idoso, tem como objectivo principal estudar a ansiedade face à morte em doentes terminais idosos. Com o presente estudo procurou-se identificar quais os sentimentos e pensamentos observados nos cuidados paliativos e consultas psicológicas face aos doentes terminais e familiares. Pretendendo descrever os sentimentos vivenciados pelas enfermeiras e psicólogos face aos cuidados paliativos e acompanhamento psicológico de doentes terminais, optou-se por um paradigma de investigação qualitativo, uma vez que a investigação qualitativa providencia a possibilidade de analisarmos respostas para questões centradas na experiência social e sentido subjacente à vida humana. Como tal, procedeu-se à recolha de dados através de entrevistas a 20 enfermeiras que prestam serviço nos cuidados paliativos do IPO (Instituto Português de Oncologia do Porto) e a 4 psicólogas que provêem acompanhamento psicológico no IPO. O intervalo etário compreendido neste estudo vai dos 20 aos 45 anos de idade. Através deste estudo, constatou-se que em comparação com todas as idades, os idosos são os que têm menos ansiedade face à morte; os idosos novos têm mais ansiedade face à morte do que os idosos velhos; no que diz respeito ao género, os homens são os que têm maiores níveis de ansiedade e as mulheres revelam mais sintomas depressivos. A partir dos dados, infere-se também que o contacto com doentes terminais é susceptível de aumentar a ansiedade face à morte principalmente nas enfermeiras (entrevistadas). | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | restrictedAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Ansiedade face à morte em doentes terminais idosos | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 617850.pdf Restricted Access | Ansiedade face à morte em doentes terminais idosos | 608.63 kB | Adobe PDF | View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.