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https://hdl.handle.net/10216/148457Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Eduardo António Conceição Brandão Garrido | |
| dc.date.accessioned | 2025-08-08T23:13:05Z | - |
| dc.date.available | 2025-08-08T23:13:05Z | - |
| dc.date.issued | 2012-11-23 | |
| dc.date.submitted | 2023-03-22 | |
| dc.identifier.other | sigarra:615487 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/148457 | - |
| dc.description | A Delinquência Juvenil (DJ) é um fenómeno social complexo e problemático. Os comportamentos desviantes praticados por jovens provocam alarme social, medo e sentimentos de insegurança. Para ajudar a compreender e intervir junto desta população, é fundamental conseguir dar resposta à questão: o que leva um jovem a tornar-se delinquente? O objetivo do presente estudo consiste, assim, em compreender como se desenvolvem as trajetórias desviantes e perceber quais os significados atribuídos pelos participantes aos eventos vividos e identificados como marcantes na sua trajetória desviante. A abordagem utilizada foi qualitativa e focada no discurso da pessoa. O estudo incidiu sobre um grupo de 15 jovens a cumprir medidas tutelares educativas em centros educativos. Para a recolha de dados utilizou-se um método biográfico, o Biograma (Agra e Matos,1997). Através da análise das narrativas construídas durante a elaboração dos biogramas, constatou-se que, no desenvolvimento da trajetória desviante, é necessário ter em conta a infância dos sujeitos, o início e a progressão da trajetória. Na infância verificamos a preponderância da dimensão afetiva relacionada principalmente com a família, encontrando-se três grupos com diferentes vias de significação: (1) os que "têm conflitos familiares"; (2) os que "observam conflitos familiares" e (3) os "sem conflitos familiares". No envolvimento num estilo de vida desviante, os significados atribuídos apontam para a relevância do grupo de pares e a vivência, no seu seio, de afetos positivos, encontrando-se quatro vias de significação: (1) afeto/aceitação; (2) identidade/pertença; (3) estatuto/poder; e (4) prazer/excitação. Por fim, verificamos um processo de significação no qual a dimensão afetiva perde a sua centralidade e a trajetória desviante passa a centrar-se no seu caráter instrumental. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | O desenvolvimento e significação de trajetórias desviantes | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 615487.pdf | O desenvolvimento e significação de trajetórias desviantes | 686.45 kB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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