Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/148395
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dc.creatorAna Catarina Milheiro da Silva
dc.date.accessioned2025-11-11T04:45:33Z-
dc.date.available2025-11-11T04:45:33Z-
dc.date.issued2012-11-09
dc.date.submitted2023-03-17
dc.identifier.othersigarra:614908
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/148395-
dc.descriptionA esquizofrenia envolve diversos sinais e sintomas, num quadro de múltiplos défices com influência nas diferentes dimensões da vida destes indivíduos. É consensual na literatura que o reconhecimento emocional de faces é uma competência que se encontra deficitária nas pessoas com este diagnóstico psiquiátrico. Sendo o reconhecimento de emoções a partir da face fulcral para a adaptação e interação sociais, este défice tem impacto na funcionalidade psicossocial destas pessoas. Dado que a face se encontra maioritariamente enquadrada num contexto que a circunscreve e que a literatura recente sugere que a informação contextual tem impacto no reconhecimento emocional, este estudo tem como objetivo compreender qual o impacto das pistas contextuais no reconhecimento emocional de faces em pessoas com esquizofrenia. Neste sentido, foi efetuado um estudo empírico exploratório com base numa amostra de 12 pessoas com diagnóstico de esquizofrenia integradas numa associação comunitária de reabilitação psicossocial do norte de Portugal. Todos os participantes estavam medicados com fármacos antipsicóticos. O estudo envolveu duas tarefas de reconhecimento emocional de faces (alegria, medo, tristeza, nojo, raiva e surpresa) representativas de duas condições experimentais: "sem contexto" (reconhecimento emocional de faces isoladas) e "com contexto" (reconhecimento emocional de faces incorporadas em contexto). As informações do contexto mobilizadas constaram da presença de elementos diferenciados (e.g. objetos, animais) e de cenário visual no âmbito de pistas contextuais emocionais apresentadas sob a forma de suporte visual. Durante as tarefas de reconhecimento emocional (registo de respostas certas, erradas e não respostas) foram recolhidos dados eletroencefalográficos relativos ao power (qEEG) da atividade alfa na região frontal (elétrodos F3 e F4) de acordo com o modelo assimetria de Davidson (2003; Davison, Jackson, & Kalin, 2000). Os principais resultados sugerem que os participantes beneficiaram da existência de pistas contextuais, sendo o seu desempenho melhor na tarefa que envolveu o reconhecimento emocional de faces incorporadas em contexto. Contudo, a maioria dos resultados obtidos nos dados da eletroencefalografia não indicou consistência relativamente à existência de lateralização cerebral conforme a valência do estímulo emocional.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleReconhecimento emocional de faces em pessoas com esquizofrenia: impacto das pistas contextuais
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/peh8-kx17
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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