Please use this identifier to cite or link to this item:
https://hdl.handle.net/10216/148367Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Ana Catarina Pereira Aguiar Monteiro | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-12T16:38:28Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-12T16:38:28Z | - |
| dc.date.issued | 2013-07-18 | |
| dc.date.submitted | 2023-03-16 | |
| dc.identifier.other | sigarra:614826 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/148367 | - |
| dc.description | O reconhecimento emocional é um tema que tem vindo a ser estudado, no entanto incide quase sempre sobre o reconhecimento em faces (Aviezer et al., 2010; Tracy & Robins, 2008). Neste estudo pretende-se investigar se deliberação constitui um factor vantajoso no reconhecimento emocional, quão rápido pode ser este reconhecimento, a associação entre treino musical um melhor desempenho na tarefa de discriminação da altura tonal e as possíveis relações entre treino música, processamento da altura tonal, exatidão do reconhecimento e tempo de reação. e Método. Participaram 56 sujeitos nesta actividade experimental (5 do sexo masculino e 51 do sexo feminino), sendo que 23 tinham formação musical. Foram usadas duas tarefas experimentais: uma de reconhecimento emocional e outra de processamento da altura tonal. Na primeira os sujeitos tinham de responder se as vocalizações representavam uma determinada emoção ou não e na segunda, após ouvirem dois sons, indicar qual era o mais agudo. Resultados. Os principais resultados não mostram diferenças entre as condições base (responder o mais rapidamente) e deliberada (levar o tempo necessário) no reconhecimento emocional, mas mostram uma correlação positiva entre o tempo de reação e o reconhecimento. Existe uma correlação negativa entre o treino musical e o limiar de discriminação e não existem diferenças significativas no reconhecimento de emoções entre músicos e não músicos. Discussão. Os resultados sugerem que os músicos não apresentam vantagens ao nível do reconhecimento de emoções em voz e que esse resultado não se deve à falta de capacidade discriminativa das tarefas. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Reconhecimento emocional em vocalizações não verbais: o papel do treino musical, discriminação da altura tonal e deliberação | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/rhev-t418 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 614826.pdf | Reconhecimento emocional em vocalizações não verbais: o papel do treino musical, discriminação da altura tonal e deliberação | 1.61 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
