Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/146257
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dc.creatorAna Beatriz dos Santos Duarte da Silva
dc.date.accessioned2025-11-11T00:02:43Z-
dc.date.available2025-11-11T00:02:43Z-
dc.date.issued2022-11-16
dc.date.submitted2024-09-12
dc.identifier.othersigarra:595322
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/146257-
dc.descriptionA separação amorosa é um evento prevalente na adultez emergente, com impactos a diversos níveis, tais como o declínio da autoestima, ansiedade, tristeza e pensamentos ruminativos. A investigação na área das separações amorosas foca-se sobretudo na compreensão destes efeitos na vida dos indivíduos, sendo limitada a evidência acerca da utilização de estratégias de coping perante a separação. Assim, o presente estudo teve como principal objetivo analisar o efeito das estratégias de coping utilizadas pelos jovens face à separação no seu ajustamento a este evento. Explorou-se ainda a presença de diferenças ao nível do ajustamento à separação e das estratégias de coping, consoante as características sociodemográficas e da relação terminada. Para tal, participaram neste estudo 223 jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, que tinham vivenciado uma separação amorosa recente. Foram recolhidas informações sociodemográficas, bem como sobre a relação que terminou, e avaliou-se o ajustamento face à separação e as estratégias de coping utilizadas. Os resultados revelaram uma associação positiva significativa entre o Coping focado no Problema e o ajustamento à separação e uma associação negativa significativa entre o Coping Evitante e o ajustamento. Já o Coping focado na Emoção não demonstrou uma associação significativa com o ajustamento. Além disso, o Coping focado no Problema demonstrou ser um preditor positivo do ajustamento à separação, enquanto o Coping Evitante se revelou um preditor negativo. Verificaram-se diferenças significativas entre grupos face ao ajustamento à separação consoante o estatuto amoroso atual e a iniciativa do término da relação. Verificaram-se ainda diferenças significativas face aos estilos de coping utilizados consoante o género e a iniciativa do término. Assim, este estudo realça a premissa de que as estratégias de coping a que os jovens recorrem perante o término de uma relação amorosa têm impacto no seu ajustamento. Como tal, é possível que os psicólogos possam intervir no sentido de orientar os jovens para estratégias que lhes permitam um melhor ajustamento à separação. Por outro lado, estas descobertas permitem que se atente às características que podem constituir fatores de risco para o desajustamento à separação e para a propensão para recorrer a determinadas estratégias de coping.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleSeparação amorosa na adultez emergente: estratégias de coping e ajustamento à perda
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/3ww3-q176
dc.identifier.tid203124642
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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