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https://hdl.handle.net/10216/145627Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Cláudia Vanessa Ferreira Soares | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-08T09:53:30Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-08T09:53:30Z | - |
| dc.date.issued | 2022-11-15 | |
| dc.date.submitted | 2025-03-07 | |
| dc.identifier.other | sigarra:592659 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/145627 | - |
| dc.description | O estigma que recai sobre grupos sociais tido como "desviantes" é um fenómeno amplamente estudado. Simultaneamente, as atitudes e os fenómenos de resistência a este mesmo estigma carecem de mais investigação. Nesta investigação pretendemos estudar as pessoas que pertencem ou que já pertenceram a grupos socialmente vulneráveis, nomeadamente pessoas em situação de sem-abrigo, pessoas que consomem substâncias psicoativas e pessoas trabalhadoras do sexo. Procura-se entender as vivências e as perceções do estigma, assim como a resposta que lhe é dada numa perspetiva interseccional. Assim, optou-se por uma metodologia qualitativa, procurando captar as experiências e vivências das pessoas participantes na primeira pessoa. Neste sentido, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com sete participantes que são utentes de uma associação de intervenção comunitária. As entrevistas foram gravadas e posteriormente transcritas. A análise dos dados foi realizada segundo o modelo de análise fenomenológica interpretativa, surgindo cinco temas principais. Os resultados obtidos indicaram que a maioria dos/as participantes reconhecem o estigma de que são alvo, apesar de alguns/algumas apresentarem dificuldades neste parâmetro, não reconhecendo o estigma mas referindo experiências de estigma. Todos os participantes identificaram com clareza as fontes de proveniência do estigma. Constatou- se também que existe perceção da interseccionalidade do estigma apesar de as diferentes pessoas participantes mostrarem algumas discordâncias relativamente a este aspeto. As atitudes face ao estigma foram maioritariamente de caráter passivo e totalmente de caráter individual. Surgiram, no entanto, estratégias ativas relativamente ao estigma sobre pessoas trabalhadoras do sexo. As pessoas participantes sugeriram estratégias a adotar pela sociedade para a minimização do estigma, nomeadamente em matéria de direitos para os/as trabalhadores/as do sexo, legalização das drogas, divulgação de informação, entre outras. Apesar das suas limitações consideramos que esta investigação apresenta contributos válidos para compreender o fenómeno do estigma e as estratégias face ao mesmo, num panorama nacional e através dos atores sociais que vivenciam o fenómeno diariamente. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Estudo exploratório sobre atitudes e resistência face ao estigma em populações vulneráveis | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/02dy-v781 | |
| dc.identifier.tid | 203106466 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 592659.pdf | Estudo exploratório sobre atitudes e resistência face ao estigma em populações vulneráveis | 648.38 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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