Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/145600
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dc.creatorBeatriz Brum Fraga
dc.date.accessioned2025-11-09T18:06:55Z-
dc.date.available2025-11-09T18:06:55Z-
dc.date.issued2022-11-17
dc.date.submitted2025-03-07
dc.identifier.othersigarra:592315
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/145600-
dc.descriptionAtualmente, os jovens possuem mais qualificações académicas do que as gerações anteriores, mas, ao contrário do que é transmito pelos saberes populares, o diploma já não assegura um emprego estável e de qualidade. Perante esta problemática, decidiu-se realizar um estudo qualitativo, de caráter exploratório, com o objetivo de analisar, compreender e explorar como vivenciam os jovens portugueses a transição incerta para o mercado de trabalho, quais os desafios confrontados e as estratégias utilizadas para os superar e, por fim, perceber quais os impactos psicológicos e socias causados pela situação de procura de primeiro emprego, emprego precário ou desemprego. Realizou-se uma entrevista semiestruturada a 10 participantes e, posteriormente, recorreu-se à abordagem de análise de conteúdos para analisar os dados recolhidos. Os resultados apontam para uma polarização no grupo dos participantes, metade dos jovens mostram-se arrependidos/frustrados pela sua escolha, ao se confrontarem com a falta de acessibilidade ao mercado de trabalho e, a outra metade, não se mostra arrependida apesar das dificuldades sentidas, assim torna-se difícil de obter uma resposta consensual para a primeira questão de investigação. Como estratégias utilizadas para enfrentar os desafios encontrados no processo de procura de emprego, os resultados evidenciam que a persistência na distribuição de currículos é a mais utilizada e ainda, a aceitação de empregos fora da área da formação que exigem qualificações inferiores às possuídas pelos jovens e, por último, a aquisição de mais formações para se abrirem melhores oportunidades de emprego. No que respeita aos impactos psicológicos, a desmotivação, os projetos de vida adiada, a pressão social e as expetativas frustradas foram as mais referidas pelos jovens participantes. Para finalizar, as razões que motivam os jovens a sair de Portugal prende-se com a procura de melhores condições de vida, reconhecimento e valorização das suas qualificações profissionais, as políticas laborais onde há de igualdade de género, de proteção de minorias e assegurar os direitos dos trabalhadores. Como medidas sugeridas para transformação das políticas sociais para o trabalho, sublinha-se a capacitação dos jovens de competências para facilitar a sua entrada na idade adulta; subsídios de apoio aos jovens para facilitar a sua independência e a melhoria dos salários dos jovens com formação superior.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleDa formação para o (des)emprego: a procura do primeiro emprego, emprego precário/desemprego dos jovens portugueses na contemporaneidade
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/yvcd-sn42
dc.identifier.tid203105656
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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