Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/145556
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dc.creatorInês Magalhães Cramez de Sá Braga
dc.date.accessioned2025-11-12T06:30:02Z-
dc.date.available2025-11-12T06:30:02Z-
dc.date.issued2022-11-15
dc.date.submitted2025-03-06
dc.identifier.othersigarra:592314
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/145556-
dc.descriptionPor se tratar de um fenómeno complexo, abrangente, multidimensional e eminentemente pessoal, existe uma grande dificuldade em definir e abordar o conceito de Espiritualidade, em particular no contexto profissional. A presente investigação debruçou-se sobre a forma como profissionais que atuam com as pessoas em situação de vulnerabilidade, em particular pessoas em situação de sem abrigo e utilizadores de substâncias psicoativas, conceptualizam a Espiritualidade: quais as suas crenças, experiências e de que forma acreditam que estas eventualmente se refletem na sua prática. Além disso, pretendeu-se compreender a sua perspetiva face à importância da dimensão espiritual na vida da população com a qual trabalham diariamente. Tendo em conta estes objetivos, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 12 profissionais, maioritariamente do género feminino, com diferentes formações (ex. Psicologia, Serviço social, Animação Sociocultural) e anos de experiência (entre 4 até 21) que trabalham na cidade do Porto. Os resultados sugerem que a maioria dos/as profissionais possui uma crença espiritual própria e idiossincrática, ainda que algumas comunalidades também possam ser identificadas. Na sua perspetiva, a prática profissional pode constituir-se como um veículo para encontrar e reforçar a ligação espiritual, numa lógica de influência recíproca, em particular na transformação promovida na compreensão e aceitação autêntica da alteridade. Essa Espiritualidade é também identificada na população com quem trabalham, sobretudo como elemento de ressiginificação da adversidade. Estando a Espiritualidade ainda ausente como tópico na formação para a prática profissional, não há espaço nem preparação para se poder refletir acerca dela e muito menos aplicá-la. Parece importante que, tanto ao nível científico, como formativo e prático, se possa refletir o modo de conciliar a Espiritualidade e a prática profissional, para que possam deixar de ser caminhos antagónicos ou na melhor das hipóteses, paralelos.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleEu acredito em algo maior, portanto não há causas perdidas: espiritualidade e prática profissional
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/j25q-xv57
dc.identifier.tid203105982
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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