Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/145365
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dc.creatorBeatriz Afonso Fernandes Gomes Henrique
dc.date.accessioned2025-11-09T02:22:50Z-
dc.date.available2025-11-09T02:22:50Z-
dc.date.issued2022-11-15
dc.date.submitted2024-09-12
dc.identifier.othersigarra:591267
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/145365-
dc.descriptionO presente estudo pretende colmatar a lacuna de investigação relativa à instabilidade de adoção, explorando as experiências pós-adoção das famílias adotivas portuguesas. Os objetivos específicos são: (a) estudar dificuldades de pós-adoção; (b) identificar um indicador de instabilidade da adoção; (c) explorar correlações entre variáveis de instabilidade, das crianças adotadas e dos adotantes; e (d) explorar preditores de instabilidade. No estudo, participaram 95 adotantes, que permitiram recolher dados sobre 95 crianças adotadas. Foram realizadas análises descritivas, correlações e regressões hierárquicas. Os resultados indicaram uma baixa incidência de dificuldades, com algumas situações específicas de nível mais elevado de dificuldade. O indicador de instabilidade proposto, que compreendia três medidas - dificuldades objetivas, dificuldades subjetivas e compromisso do adotante - demonstrou resultados promissores. Embora alguns resultados das correlações e regressões tenham divergido de investigação anterior, a maioria mostrou- se consistente com a literatura. Em termos de fatores relacionados com a criança adotada, a idade avançada, idade avançada no momento da adoção e os problemas emocionais e comportamentais emergiram como preditores significativos de instabilidade de adoção. Em relação aos adotantes, a autoeficácia parental revelou-se um fator protetor significativo, enquanto a depressão e o apoio especializado surgiram como fatores de risco. Estes resultados fornecem dados relevantes sobre as vivências pós-adoção das famílias e sugerem implicações práticas e de investigação importantes, nomeadamente, quanto ao apoio pós- adoção. Este estudo confirmou a falta de suporte formal e informal recebido pelas famílias adotivas em Portugal, o que enfatiza a urgente necessidade de implementar serviços de apoio pós-adoção acessíveis, adequados e devidamente especializados.
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleAdoptee- and adopter-related predictors of adoption (in)stability
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/gz6h-bq58
dc.identifier.tid203104129
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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