Please use this identifier to cite or link to this item:
https://hdl.handle.net/10216/145350Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Sara Isabel Maciel Lemos | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-12T19:47:02Z | - |
| dc.date.available | 2026-01-12T19:47:02Z | - |
| dc.date.issued | 2022-11-15 | |
| dc.date.submitted | 2022-10-17 | |
| dc.identifier.other | sigarra:591277 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/145350 | - |
| dc.description | Este trabalho pretende explorar o modo como profissionais de saúde concetualizam as questões intersexo e como tais concetualizações se refletem em termos práticos, nomeadamente ao nível das intervenções médicas e psicológicas, bem como na comunicação com pessoas intersexo e as suas famílias. Foram realizadas entrevistas individuais semiestruturadas a 14 profissionais de saúde, em Portugal. Para a sistematização dos dados, procedeu-se à análise temática, segundo as propostas de Braun e Clarke (2006), tendo emergido 4 temas: (i) Concetualizações e linguagem performativa em torno da intersexualidade; (ii) Significados e conhecimentos sobre a intersexualidade; (iii) Perspetivas sobre intervenções biopsicomédicas em pessoas intersexo; (iv) Relações comunicacionais entre profissionais de saúde - pessoas intersexo e famílias. Todos estes temas se encontram relacionados entre si através de um organizador central denominado "Visões e práticas (des)medicalizadas e (des)medicalizantes de profissionais de saúde sobre a intersexualidade". De facto, percebe-se que as variações intersexo têm sido delegadas ao seio da medicina, assistindo-se a um processo de medicalização da intersexualidade e a uma tentativa de normalização dos corpos. As expectativas relacionadas com um sistema binário de sexo/género parecem influenciar as vidas das pessoas, pois as práticas médicas dependem de conceções culturais. Ainda assim, alguns e algumas profissionais de saúde, parecem começar a adotar uma posição diferente no que diz respeito aos discursos e às recomendações que se fazem de cirurgias medicamente desnecessárias. Este trabalho pretende contribuir não só para um maior conhecimento sobre a realidade dos contextos médicos relativamente às questões intersexo, em Portugal, mas também para uma reflexão sobre um tema que é complexo. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | A (des)medicalização dos corpos intersexo: uma resposta (bio)psicossocial de profissionais de saúde | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/zay8-j640 | |
| dc.identifier.tid | 203105044 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 591277.pdf | A (des)medicalização dos corpos intersexo: uma resposta (bio)psicossocial de profissionais de saúde | 2.59 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
