Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/145326
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dc.creatorDiana Isabel Silva Sousa
dc.date.accessioned2025-11-10T08:19:34Z-
dc.date.available2025-11-10T08:19:34Z-
dc.date.issued2022-11-16
dc.date.submitted2024-09-11
dc.identifier.othersigarra:591290
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/145326-
dc.descriptionExiste uma escassez de investigação sobre diferenças de perceção entre estudantes LGBTQ+ e cisheterosexuais, no que diz respeito a políticas e práticas LGBTQ+ inclusivas, e poucos estudos que analisam o papel de um currículo inclusivo de diversidade sexual e de género, em diferentes indicadores de saúde mental e bem-estar de estudantes LGBTQ+. No presente estudo, procurámos, em primeiro lugar, fornecer uma visão geral da perceção dos alunos (N = 989), que frequentaram escolas portuguesas do 7º ao 12º ano, relativamente à existência e implementação de algumas políticas e práticas LGBTQ+ inclusivas. Em segundo lugar, explorámos possíveis disparidades entre os jovens LGBTQ+ e cisheterosexuais, relativamente às suas perceções das respetivas políticas e práticas. Finalmente, analisámos possíveis diferenças nos níveis de depressão, ansiedade geral, resiliência e de autoestima dos estudantes LGBTQ+, em função da sua perceção sobre a existência de um currículo LGBTQ+ inclusivo. Em geral, os resultados revelaram que apenas uma minoria de estudantes mencionou que as suas escolas tinham políticas anti- bullying que mencionavam orientação sexual e identidade de género, e que o currículo incluía questões LGBTQ+. Para além disso, mais de metade dos estudantes percecionou que sabia onde se dirigir, na sua escola, para obter informações ou apoio relativamente a questões de identidade sexual e de género. Os resultados sugerem, também, que os estudantes LGBTQ+ são mais propensos a relatar uma perceção mais negativa sobre a existência de um currículo inclusivo e os estudantes cisheterosexuais, uma perceção mais positiva. Finalmente, os estudantes LGBTQ+ que consideram o currículo menos inclusivo têm maior probabilidade de relatar níveis mais elevados de depressão e níveis mais baixos de resiliência e autoestima. Os nossos resultados sugerem que a promoção das discussões LGBTQ+ no contexto escolar é um aspeto importante para o bem-estar das minorias sexuais e de género.
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleLGBTQ+ inclusive school policies and practices and students' mental health in Portugal
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/8qq7-d241
dc.identifier.tid203104200
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
rcaap.embargofctPossibilidade de posterior publicação em revista científica
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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