Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/145314
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dc.creatorSara Caseiro Afonso
dc.date.accessioned2025-11-06T21:14:51Z-
dc.date.available2025-11-06T21:14:51Z-
dc.date.issued2022-11-14
dc.date.submitted2025-03-07
dc.identifier.othersigarra:591287
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/145314-
dc.descriptionO enquadramento ético da prática da Psicologia em contexto organizacional reveste-se de especial interesse. Atuando na fronteira entre os interesses das organizações e dos/as colaboradores/as, a diversidade, complexidade e sensibilidade das funções que os/as profissionais são chamados a desempenhar permitem antever a necessidade de (saber) lidar com diversas questões de natureza ética. Na literatura, porém, a/s especificidade/s dessas questões, tal como se colocam e são quotidianamente vivenciadas pelos/as psicólogos/as, está/ão, ainda, largamente por documentar. O presente estudo propôs-se explorar os desafios éticos inerentes ao exercício da Psicologia do Trabalho e/ou das Organizações, procurando caraterizá-los em termos de âmbito funcional ou de atividade, frequência e complexidade, bem como conhecer as competências essenciais para os enfrentar e a medida e forma nas quais a formação destes/as profissionais permite o seu desenvolvimento. Procura também compreender quais os principais cuidados éticos associados à prática da investigação científica em colaboração com organizações. Participaram no estudo sete profissionais da Psicologia do Trabalho e/ou das Organizações, e cinco especialistas/académicos da área com responsabilidades docentes. Foi adotada uma metodologia de investigação qualitativa tendo-se efetuado a análise de conteúdo dos dados recolhidos através de entrevistas semiestruturadas (n=3) e questionários, em versão paralela à do guião da entrevista, com questões abertas (n=9). Com base nos resultados, conclui- se que os desafios éticos aparecem com mais frequência nas funções ligadas à Intervenção, com especial incidência nas atividades de Recrutamento e Seleção, Resolução de conflitos e Demissões. Competências como empatia, raciocínio crítico, capacidade de mediação, resiliência, assertividade e proatividade foram destacados como fundamentais na forma de lidar com os desafios éticos. A formação ética obtida é avaliada como útil no desenvolvimento destas competências na Licenciatura apesar de apresentar lacunas no que se refere à sua contextualização nas questões e problemas específicos da prática profissional nas organizações e de ser vista como insuficiente a nível do Mestrado. Por último, o consentimento informado e a salvaguarda da privacidade surgiram como as áreas mais sensíveis a acautelar na investigação científica que é realizada em parceria e no seio de organizações.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleA dimensão ética do/no exercício profissional do/a psicólogo/a do trabalho e/ou das organizações: estudo exploratório
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/406p-q494
dc.identifier.tid203104978
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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