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https://hdl.handle.net/10216/142257| Author(s): | Diana Filipa Costa Ribeiro |
| Title: | Modeling Aortic Stenosis progression: impact on follow-up, treatment, and survival |
| Issue Date: | 2022-06-01 |
| Abstract: | Aims: Aortic stenosis (AS) is a progressive disease of the aortic valve and ultimately of the myocardium, potentially fatal. This study aims to 1) evaluate the rate of AS progression, 2) cluster patients into rapid progressors (RP) and slow progressors (SP) and explore possible predictors, 3) evaluate the impact of different progression rates on cardiac structure and function, and 4) evaluate survival, optimal timing for follow-up and treatment. Methods and results: We retrospectively identified 752 patients with mild to severe AS who had undergone > 1 echocardiogram (9583 studies), from 2012 to 2020. Seriated echocardiograms, biomarkers and clinical records were consulted, providing a multiparametric data frame for modeling AS progression, its determinants, and consequences. AS progression was evaluated by modeling aortic peak velocity as a function of time, fitting a generalized logistic function. 83% of patients were classified as SP and 17% as RP, with acceleration rates estimated in 0.06/year and 0.34/year, respectively (p< 0.001). There was no association between progression rate and clinical variables. Despite no survival difference between these groups, RP registered higher rates of valvular intervention (p <0.001) and earlier cardiac damage, as demonstrated by early onset of tricuspid valve regurgitation, left auricle dilation, and left ventricle hypertrophy (p<0.05). Conclusions: A nonlinear model of AS progression and two clusters of progressors were identified. Despite overlapping baseline characteristics and survival rates, RP displayed earlier cardiac damage and treatment. Therefore, assessment of AS acceleration rate may enhance AS stratification and provide a proactive time frame for follow-up and intervention. |
| Description: | Objetivos: A estenose aórtica (EA) é uma doença progressiva da válvula aórtica e, em última análise, do miocárdio, potencialmente fatal. Os objetivos deste estudo são 1) avaliar a taxa de progressão da EA, 2) classificar os pacientes em progressores rápidos e lentos e explorar possíveis preditores, 3) avaliar o impacto de diferentes taxas de progressão na estrutura e função cardíaca, e 4) avaliar a sobrevivência e o timing ideal para o seguimento e tratamento. Métodos e resultados: Foram identificados retrospetivamente 752 pacientes com EA ligeira a severa, que realizaram mais do que um ecocardiograma (9583 estudos), de 2012 a 2020. Ecocardiogramas, biomarcadores e registos clínicos foram longitudinalmente consultados, fornecendo uma base de dados multiparamétrica apropriada para a análise da progressão da EA, dos seus determinantes e consequências. A progressão da EA foi avaliada através da modelação da velocidade de pico aórtica em função do tempo, através da aplicação de uma função logística generalizada. 83% dos pacientes foram classificados como progressores lentos e 17% como progressores rápidos, com taxas de aceleração estimadas em 0,06/ano e 0,34/ano, respetivamente (p< 0,001). Não foi encontrada nenhuma associação entre a taxa de progressão e as variáveis clínicas. Apesar de não haver diferença na sobrevida entre estes grupos, progressores rápidos registaram maiores taxas de intervenção valvular (p <0.001) e lesão cardíaca mais precoce, como demonstrado pelo desenvolvimento precoce de regurgitação tricúspide, dilatação da aurícula esquerda, e hipertrofia do ventrículo esquerdo (p<0,05). Conclusões: Um modelo não linear de progressão da EA e dois grupos de progressores foram identificados. Apesar das características de base e taxas de sobrevida serem semelhantes entre grupos, os progressores rápidos mostraram danos cardíacos e necessidade de tratamento mais precocemente. Assim, a avaliação da taxa de aceleração da EA pode melhorar a estratificação da doença e proporcionar uma janela de tempo personalizada para o seguimento e intervenção. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/zpxf-tn54 |
| TID identifier: | 203177266 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/142257 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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