Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/142238
Author(s): Pedro Miguel Magalhães de Lurdes
Title: Surgical versus conservative treatment of undisplaced or minimally-displaced acute scaphoid waist fractures: a systematic review and meta-analysis
Issue Date: 2022-06-15
Abstract: Purpose: The aim of this study was to evaluate the effectiveness of surgical compared with conservative treatments for undisplaced or minimally-displaced acute waist scaphoid fractures. Methods: Databases were searched for randomized controlled trials comparing surgical fixation with conservative treatment with or without possible early surgical fixation of fractures that fail to unite, in patients with acute undisplaced or minimally-displaced scaphoid waist fractures. Patient-reported functional outcome, wrist range of motion (ROM), grip strength, time to return to work, fracture union, and complications were assessed. The data of the studies included was pooled using a random-effects model. Weighted and standard mean differences or relative risk were calculated for continuous or dichotomous variables, respectively. PRISMA guidelines were followed. Results: Five studies were included, representing data from a total of 643 patients. Meta-analysis showed that surgical treatment of nondisplaced or minimally-displaced scaphoid waist fractures results in significantly better patient-reported functional outcome, wrist ROM and grip strength at 12-weeks follow-up, but that there are no significant differences between the two groups regarding these outcomes at 52-weeks. No significant differences were found between the two treatment approaches on fracture union rate, but surgical fixation was associated with a significantly higher risk of complications. Conclusions: On the management of undisplaced or minimally-displaced scaphoid waist fractures, although surgical treatment results in better functional outcomes on the short-term compared to conservative treatment, these differences decrease over recovery time with both groups showing good functional recovery. Additionally, when patients are initially treated with cast immobilization and closely monitored targeting the early detection and fixation of fractures that fail to unite, they achieve a similar overall rate of fracture union avoiding surgical overtreatment and the related complications. Level of Evidence: Therapeutic II
Description: Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia do tratamento cirúrgico em comparação com o tratamento conservador das fraturas recentes sem desvio ou com desvio mínimo da cintura do escafoide. Métodos: Foi realizada uma pesquisa em bases de dados à procura de ensaios clínicos randomizados que compararam a fixação cirúrgica com o tratamento conservador, seguido ou não de fixação cirúrgica precoce das fraturas que não consolidaram, em pacientes com fraturas recentes sem desvio ou com desvio mínimo da cintura do escafoide. Foram avaliadas as seguintes variáveis: score funcional auto-reportado, amplitude de movimento do punho, força de preensão, tempo de ausência do trabalho, taxa de união das fraturas e complicações. Os dados dos estudos incluídos foram analisados através do modelo de efeitos aleatórios. Para variáveis contínuas foram calculadas as diferenças ponderada ou padronizada das médias. Para variáveis dicotómicas foi calculado o risco relativo ponderado. Foram seguidas as guidelines PRISMA. Resultados: Cinco estudos foram incluídos, representando dados de um total de 643 pacientes. Resultados da meta-análise mostraram que o tratamento cirúrgico das fraturas sem desvio ou com desvio mínimo da cintura do escafoide resultou num score funcional auto-reportado, amplitude de movimento do punho e força de preensão, às 12 semanas de acompanhamento, significativamente maior comparativamente ao tratamento conservador. Contudo, às 52 semanas de acompanhamento não foram encontradas diferenças significativas entre os dois grupos de tratamento. Não foram observadas diferenças significativas entre as duas abordagens de tratamento na taxa de consolidação da fratura e a fixação cirúrgica foi associada a um risco significativamente maior de complicações. Conclusões: No tratamento das fraturas recentes sem desvio ou com desvio mínimo da cintura do escafoide, embora o tratamento cirúrgico resulte em melhores resultados funcionais a curto prazo em comparação com o tratamento conservador, essas diferenças diminuem ao longo do tempo de recuperação com ambos os grupos a apresentarem uma boa recuperação funcional. Além disso, quando os pacientes são inicialmente tratados com imobilização gessada e monitorizados regularmente para deteção e fixação precoce de fraturas que não alcançam a consolidação, observa-se uma semelhante taxa de consolidação, evitando-se o sobretratamento cirúrgico e as possíveis complicações associadas. Nível de Evidência: Terapêutico II
Subject: Medicina clínica
Clinical medicine
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica
Medical and Health sciences::Clinical medicine
DOI: 10.34626/jdqy-yj16
TID identifier: 203178963
URI: https://hdl.handle.net/10216/142238
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
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