Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/142226
Author(s): Ana Beatriz Barbosa Ribeiro
Title: Secondary intervention and surveillance after abdominal aortic aneurysm repair: retrospective cohort study
Issue Date: 2022-05-18
Abstract: Introduction: The early survival benefits of endovascular aortic aneurysm repair (EVAR) seem to decrease over time and late aneurysm-related mortality might be even higher than open repair. The objectives of this study are to determine the rate of secondary intervention (SI) and compliance with surveillance following EVAR. Methods: This is a retrospective cohort study of consecutive patients submitted to elective EVAR, between February/2009 and May/2019 in a single institution. Symptomatic or ruptured AAA, mycotic aneurysms, isolated iliac aneurysms and complex abdominal aortic repairs were excluded. The primary outcomes were freedom from SI and compliance with follow-up, defined as surveillance imaging performed within a periodicity no longer than 18 months. Results: A total of 214 patients underwent EVAR, 97% were male with 72±10 years old. After a median follow up of 44 months (95% Confidence Interval [95%CI] 39-49), there were 42 SIs performed in 25 patients. Freedom from SI was 96.3±1.3% at 30 days and 93.6±1.7%, 90.3±2.2% and 85.9±3.0 at 1, 3 and 5 years. Endoleaks were the main cause of SI after EVAR, namely type 1 and type 2. From all SIs, 33.3% (14/42) were due to symptomatic complications. At 5 years, aneurysm sac regression was lower in the SI group (85.1±9.7% vs 55.6±5.3%, P=0.017), but patient survival was identical (84.4±7.2 vs 76.7±4.1, P=0.386). The first surveillance imaging was performed during the first 30 days in 69 patients (36.3%). Compliance with surveillance was 80.4±2.9% at 1 year, and 37.7±5.4% at 5 years. Conclusions: SIs are associated with a lower aneurysm sac regression and are essential for EVAR to achieve its full potential. Most SIs are due to image-detected asymptomatic complications, however, compliance with surveillance decrease with longer follow-up times. The importance of this finding in long-term outcomes of EVAR deserves further investigation.
Description: Introdução: Os benefícios na sobrevivência que se verificam precocemente na reparação endovascular de aneurismas da aorta (EVAR) parecem diminuir ao longo do tempo, e a mortalidade tardia relacionada com aneurismas pode ser ainda mais elevada do que na reparação por via aberta. Os objetivos deste estudo são determinar a taxa de intervenções secundárias e o cumprimento do follow-up após o EVAR. Métodos: Este estudo é um coorte retrospetivo que utilizou uma amostragem consecutiva de pacientes submetidos a EVAR entre fevereiro/2009 e maio/2019 numa única instituição. Os aneurisma da aorta abdominal sintomáticos, os que sofreram rotura, aneurismas micóticos, aneurismas isolados das artérias ilíacas e reparações complexas da aorta abdominal foram excluídas. Os outcomes primários foram a sobrevida livre de intervenções secundárias e o cumprimento do follow-up, que foi definido como a realização de um exame de imagem de vigilância numa periodicidade não superior a 18 meses. Resultados: Um total de 214 participantes foi submetido a EVAR, 97% homens com idades de 72±10 anos. Durante um follow-up médio de 44 meses (95% Intervalo de Confiança [95%CI] 39-49), foram realizadas 42 intervenções secundárias em 25 pacientes. A sobrevida livre de intervenções secundárias foi de 96.3±1.3% aos 30 dias e 93.6±1.7%, 90.3±2.2% e 85.9±3.0 aos 1, 3 e 5 anos. Os endoleaks são a principal causa de intervenções secundárias depois do EVAR, nomeadamente endoleaks tipo 1 e tipo 2. De toda as intervenções secundárias 33.3%, (14/42) foram devidas a complicações sintomáticas. Aos 5 anos, a regressão do saco aneurismático foi mais baixa no grupo submetido a intervenção secundária (85.1±9.7% vs 55.6±5.3%, P=0.017), mas a sobrevivência foi semelhante (84.4±7.2 vs 76.7±4.1, P=0.386). Conclusões: As intervenções secundárias estão relacionadas com uma menor regressão do tamanho do saco aneurismático, e são necessárias para que o EVAR atinja o seu potencial máximo. A maioria das intervenções secundárias devem-se a complicações assintomáticas detetadas por exames de imagem, no entanto, a adesão à vigilância diminui para tempos de follow-up mais prolongados. Estes resultados a longo prazo do EVAR merecem mais investigação.
Subject: Medicina clínica
Clinical medicine
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica
Medical and Health sciences::Clinical medicine
DOI: 10.34626/p6qf-jx29
TID identifier: 203176200
URI: https://hdl.handle.net/10216/142226
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
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