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https://hdl.handle.net/10216/142178| Author(s): | José Henrique Soares Moreira |
| Title: | Chemothromboprophylaxis in Varicose Vein Surgery - A Systematic Review |
| Issue Date: | 2022-05-24 |
| Abstract: | Introduction: Venous Thromboembolism (VTE) is a possible complication after varicose vein surgery, reported after both open and endovascular interventions. Nonetheless, there are no internationally accepted recommendations regarding post-operative VTE prevention strategies, with some authors advocating for its use, while others recommend against it. This study aims to systematically review current evidence on the efficacy and safety of chemothromboprophylactic strategies after varicose vein surgery. Evidence Acquisition: A literature search was performed on the MEDLINE, Scopus, SciELO and Web of Science databases, which returned 532 studies. Ten studies were included. Data were extracted using piloted forms. Evidence Synthesis: A total of 6929 patients were included for analysis, out of which 70.4% were treated by open surgery (n=4878) and 29.6% by endovenous procedures (n=2051; 79.1% EVLA; 20.9% RFA). VTE chemothromboprophylaxis was performed in 76.3% of the patients (n=5284), from which 62.5% were treated by open surgery (n=3301) and 37.5% by endovenous interventions (n=1983). Among those treated by open surgery, reported deep venous thrombosis (DVT) rates ranged between 0-6.25% while pulmonary embolism (PE) was reported in 0-0.07% of the cases. Regarding endovenous interventions, EHIT and DVT rates ranged between 0-2.5% and 0-0.9%, respectively, with no cases of PE described. The remaining 23.7% of the patients did not underwent VTE chemothromboprophylaxis (n=1645), with DVT and PE rates after open surgery ranging between 0-5.17% and 0-1.48%, respectively. Only one study reported thrombotic complications after endovenous interventions in this subgroup of patients, with post-operative EHIT rates of 7.3%, and no information regarding PE or DVT. Bleeding complications were higher in patients undergoing chemothromboprophylaxis (0-10.2%) when compared to those who did not (0-0.18%) and were more frequent after endovenous interventions (0-10.2% versus 0-0.75% after open surgery). Conclusions: VTE is a possible complication after both open and endovascular varicose vein interventions, although overall VTE complications appear to occur less frequently after endovascular procedures. There's a clear heterogeneity regarding peri and post-operative chemoprophylaxis regimens used. Further studies are required to stratify risk factors and indications for chemothromboprophylaxis after varicose vein surgery. |
| Description: | Introdução: O Tromboembolismo Venoso é uma complicação possível após cirurgia de varizes, podendo ocorrer após cirurgia aberta ou endovenosa. Apesar disso, não existem recomendações de quimiotromboprofilaxia pós-operatória universalmente aceites para este grupo de doentes, de onde resulta significativa heterogeneidade nas práticas clínicas correntes. Este estudo tem como objetivo rever sistematicamente a evidência atual da eficácia e segurança de diferentes estratégias quimiotromboprofiláticas após cirurgia de varizes. Métodos: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas plataformas MEDLINE, Scopus, SciELO e Web of Science que culminou em 532 artigos. Dez estudos foram incluídos. Os dados foram extraídos com recurso a formulários dirigidos. Resultados: Foram incluídos na análise 6929 doentes, dos quais 70.4% foram submetidos a cirurgia aberta (n=4878) e 29.6% a procedimentos endovenosos (n=2051; 79.1% EVLA, 20.9% RFA). Foi efectuada profilaxia tromboembólica em 76.3% dos doentes (n=5284), dos quais 62.5% foram submetidos a cirurgia aberta (n=3301) e 37.5% submetidos a cirurgia endovascular (n=1983). Dos doentes submetidos a cirurgia aberta, as taxas de ocorrência de trombose venosa profunda (TVP) variaram entre 0-6.25% e embolia pulmonar (EP) entre 0-0.07%. Relativamente aos pacientes submetidos a intervenções endovenosas, as taxas de trombose induzida pelo calor (EHIT) e de TVP variaram entre 0-2.5% e 0-0.9%, respectivamente, não tendo sido reportados casos de EP. Os restantes 23.7% dos doentes não realizaram profilaxia tromboembólica (n=1645), e as taxas de TVP e EP em cirurgia aberta neste subgrupo de doentes variaram entre 0-5.17% e 0-1.48%, respectivamente. Apenas um estudo reportou complicações trombóticas após cirurgia endovascular em doentes não submetidos a profilaxia tromboembólica, com prevalências de EHIT de 7.3%, mas sem informação relativa a TVP ou EP pós-operatórias. As complicações hemorrágicas foram superiores nos doentes que realizaram profilaxia tromboembólica (0-10.2%) comparativamente aos que não a realizaram (0-0.18%) e foram mais frequentes após cirurgia endovenosa (0-10.2% vs 0-0.75%). Conclusões: O tromboembolismo venoso é uma complicação possível após cirurgia de varizes, quer na cirurgia aberta quer em intervenções endovenosas, apesar de ser tendencialmente menos frequente em procedimentos endovasculares. Há uma heterogeneidade clara nos regimes tromboprofiláticos utilizados. São necessários mais estudos para permitir uma estratificação de fatores de risco e indicações para profilaxia tromboembólica após cirurgia de varizes. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/kpgc-4j44 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/142178 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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