Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/141928
Author(s): Francisca Vasconcelos dos Santos Coelho
Title: Postoperative Recommendations for Single level Lumbar disc Herniation: A cross-section survey
Issue Date: 2022-05-09
Abstract: Background and Aim: Lumbar degenerative disc disease is one of the leading causes of low back and leg pain. Conservative treatment is the mainstay treatment. For some patients it is not enough, and surgical approach is needed. The literature concerning recommendations on patients' return to work and restart of daily-living activities after surgery is sparse. Therefore, the aim of this study is to assess surgeons' consensus concerning the time periods until return to work and restart of housework and daily living activities. Methods: An online GoogleForms based survey was sent, via electronic mail, during January 2022, to 243 surgeons described as having expertise in spine surgery, using the dissemination means of Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral and Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia. Participants (n=59) had predominantly hybrid clinical practice in Neurosurgery field. Results: Nearly 68 % of participants advised patients to return to sedentary professional work up until the 4th postoperative week. Light and heavy workload workers were advised to wait longer until initiating work activity. Only in a minority of cases (1.7%) no recommendation was given to patients. Low mechanical impact activities are predominantly started up to 4 weeks, and higher stress activities should be further postponed (4-12 weeks after surgery). Half of the surveyed surgeons estimates to refer to rehabilitation 10% or more patients. Neurological and physiological parameters support the indication for rehabilitation. No differences were found when comparing recommendations given by more and less experienced surgeons - as defined by the number of years in practice and the burden of annual surgeries- for most activities. The same is true for the comparison between orthopedic surgeons and neurosurgeons. No significant differences were identified for annual surgical volume (p=0.466), number of years in practice (p=0.105), specialty (p=0.833) or practice type (p=0.397) in terms of percentage of patients referred to rehabilitation. Conclusion: Despite not having clear guidelines in postoperative management of surgically treated patients, Portuguese clinical practice is in line with international experience and literature.
Description: Background e Objetivos: A doença discal degenerativa lombar é uma das principais causas de dor lombar. O tratamento conservador é uma abordagem de primeira linha, sendo a intervenção cirúrgica útil na minoria de doentes que não responde a esta abordagem, ou que apresenta défices neurológicos. A literatura relativa a recomendações sobre o retorno do paciente ao trabalho e reinício das atividades de vida diária após a cirurgia é escassa. Nesse sentido, o objetivo deste estudo é avaliar o consenso dos cirurgiões portugueses no que se refere às recomendações pós-operatórias sobre retorno ao trabalho e reinício das atividades domésticas e da vida diária. Métodos: Foi produzido e disseminado, através de correio eletrónico, um questionário online, utilizando os meios de divulgação da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral e da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia. A população-alvo consistiu em cirurgiões descritos como especialistas em cirurgia de coluna. Os participantes (n=59) descreviam prática clínica predominantemente híbrida na área de Neurocirurgia. Resultados: Quase 68% dos participantes aconselharam os pacientes a retornar ao trabalho profissional sedentário até a 4ª semana de pós-operatório. Profissões de maior stress mecânico requerem mais tempo até o início da atividade laboral. Apenas numa minoria de casos (1,7%) nenhuma recomendação foi dada aos pacientes. Atividades de baixo impacto mecânico são predominantemente iniciadas até 4 semanas, e atividades de maior stress devem ser adiadas até 4-12 semanas após a cirurgia. Metade dos cirurgiões avaliados estima referenciar para reabilitação 10% ou mais pacientes. Parâmetros neurológicos e fisiológicos suportam a indicação para reabilitação. Não foram encontradas diferenças ao comparar as recomendações dadas por cirurgiões mais e menos experientes - conforme definido pelo número de anos de prática e a carga de cirurgias anuais - para a maioria das atividades. O mesmo é válido para a comparação entre cirurgiões ortopédicos e neurocirurgiões. Não foram identificadas diferenças significativas para volume de cirurgias anuais (p=0,466), número de anos de prática (p=0,105), especialidade (p=0,833) ou tipo de prática (p=0,397) em termos de percentagem de pacientes encaminhados para reabilitação. Conclusão: Apesar de não haver diretrizes claras para orientar o período pós-operatório de pacientes tratados cirurgicamente, a prática clínica portuguesa está de acordo com a experiência e literatura internacionais.
Subject: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
DOI: 10.34626/mrph-gk22
TID identifier: 203177541
URI: https://hdl.handle.net/10216/141928
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
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