Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/141680
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dc.creatorMárcia Sofia Rodrigues de Oliveira
dc.date.accessioned2025-11-05T16:29:08Z-
dc.date.available2025-11-05T16:29:08Z-
dc.date.issued2022-07-13
dc.date.submitted2023-05-09
dc.identifier.othersigarra:567386
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/141680-
dc.descriptionO objetivo do presente estudo foi duplo. Primeiramente, procuramos comparar o comportamento alimentar disfuncional dos indivíduos LGB+ (n = 255) e heterossexuais (n = 1,037). Em segundo lugar, controlando as variáveis sociodemográficas (idade, índice de massa corporal (IMC), género, nível educacional, regime alimentar restritivo (RAR), ingestão de medicação e atividade física, exploramos o papel da apreciação corporal, da regulação emocional e da discriminação quotidiana (tratamento injusto e rejeição pessoal) nos comportamentos alimentares disfuncionais dos LGB+ e heterossexuais. O papel das variáveis do stress minoritário (identidade LGBT+, abertura à família e ao mundo, ligação à comunidade e pressão da comunidade) foi também explorado entre os indivíduos LGB+. Duas MANCOVAs, com a identidade sexual como fator entre sujeitos (LGB+ vs. Heterossexuais) foram realizadas para explorar diferenças nos comportamentos alimentares (emocional e restritivo) dos participantes entre os 18 e os 65 anos, com idade, IMC, nível educacional, RAR e atividade física como covariáveis. Foram também realizadas quatro regressões hierárquicas com as variáveis sociodemográficas inseridas no primeiro passo (idade, IMC, nível educacional, RAR e atividade física), variáveis psicológicas no segundo passo (apreciação corporal, regulação emocional e discriminação quotidiana) e o comportamento emocional e restritivo como variáveis dependentes. Os modelos de regressão para os participantes LGB+ incluíram variáveis de stress minoritário no terceiro passo (abertura, ligação à comunidade e pressão da comunidade). Os resultados mostraram que o IMC foi o preditor sociodemográfico mais importante. Apenas entre os indivíduos heterossexuais, o sexo foi um preditor significativo do comportamento alimentar emocional. Entre os preditores psicológicos, a apreciação corporal foi o mais significativo. A regulação emocional mostrou um padrão diferente de associações em função do comportamento alimentar e da identidade sexual. Finalmente, a ligação à comunidade foi o único preditor minoritário do comportamento alimentar restritivo. Este estudo contribiu para uma maior compreensão dos comportamentos alimentares disfuncionais de uma forma inclusiva. A imagem corporal e a regulação emocional são áreas importantes de intervenção no que diz respeito aos comportamentos alimentares de indivíduos LGB+ e heterossexuais. A ligação à comunidade pode ser um fator de proteção a ser explorar no caso dos indivíduos LGB+.
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleThe role of positive body image, emotion regulation, and minority stress in the eating behaviors of LGB+ and heterosexual adults
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/epx0-q211
dc.identifier.tid203051521
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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