Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/141637
Author(s): Mariana Filipa Guedes Costa
Title: Beyond the weight: the role of parenting outcomes on childhood obesity over time
Issue Date: 2022-07-12
Abstract: Over the last decade, the prevalence of childhood obesity (CO) has substantially increased, being estimated that 1/3 of Portuguese children are overweight (OW) or obese (O). From the several factors contributing to CO, parents/caregivers are highlighted as the main actors in shaping children's behaviors and lifestyles. The purposes of the current study were to: characterize the prevalence of childhood obesity in both assessment time points; explore the associations among parenting outcomes and family sociodemographic characteristics and obesity; test the moderation effect of the parenting variables on the relation between children's stantardized Body-Mass Index (BMI z-score) at both assessment time points. Participants were 128 parents of obese 5-to-12-years-old children, followed in an outpatient pediatric appointment in a Portuguese public hospital, where they receive intervention according to the European Society for Paediatric Gastroenteroloy Hepatoloy and Nutrition (ESPGHAN) guidelines. On the first assessment time point, parents completed self-reported measures on parenting behaviors and practices, psychological adjustment, and treatment self-regulation at baseline, and hetero-reported on the lifestyle-specific problems. Children's anthropometric measurements were evaluated at baseline and 3 to 6 months after. Results indicated na average decrease in the BMI z-score between evaluations. However, concerning the prevalence of OW/O, between both assessment time point, most of the children remained in the same category or changed to an inferior category. Results show an association between children's standardized Body Mass Index and parental outcomes, namely, poor monitoring, restriction, emotional correlates of being overweight, parental confidence, stress and external regulation, as well as some sociodemographic characteristics of the participants. Moreover, stress, parental confidence and external regulation were found to moderate the evolution of the BMI z-score over time.
Description: Na última década, a prevalência de obesidade infantil (OI) aumentou substancialmente, estimando-se que 1/3 das crianças portuguesas tenham excesso de peso (EP) ou obesidade. Entre os diversos fatores que contribuem para a OI, os pais/cuidadores destacam-se enquanto agentes determinantes dos estilos de vida das crianças. O presente estudo teve como objetivos: caracterizar a prevalência de EP/OI em dois momentos de avaliação; explorar as associações entre as variáveis parentais e características sociodemográficas da família e o EP/a OI; testar os efeitos de moderação das variáveis parentais na evolução do índice de massa corporal padronizado (IMC z-score) das crianças entre dois momentos de avaliação. Participaram no estudo 128 pais de crianças dos 5 aos 12 anos, acompanhadas na consulta externa de pediatria de um hospital público português, onde recebem intervenção médica segundo as orientações da European Society for Paediatric Gastroenterology Hepatology and Nutrition (ESPHGAN). No primeiro momento, os pais completaram um questionário de autorrelato relativo aos seus comportamentos e práticas parentais, ajustamento psicológico e autorregulação para o tratamento, e de heterorrelato relativamente aos problemas de estilo de vida da criança. As medidas antropométricas das crianças foram recolhidas no início do estudo e 3 a 6 meses depois. Os resultados evidenciaram uma descida no IMC z-score médio entre avaliações. Todavia, no que respeita à prevalência de EP/OI, entre as duas avaliações, a maioria das crianças manteve-se na mesma categoria ou transitou para a categoria de IMC z-score inferior. Os resultados evidenciaram a associação entre o IMC z-score das crianças e variáveis parentais, nomeadamente, pobre monitorização, restrição, correlatos emocionais da obesidade, autoeficácia parental, stress e regulação externa, bem como características sociodemográficas dos participantes. Ademais, o stress, a autoeficácia parental e a regulação externa demonstraram moderar a evolução do IMC z-score ao longo do tempo.
Subject: Psicologia
Psychology
Scientific areas: Ciências sociais::Psicologia
Social sciences::Psychology
DOI: 10.34626/49w3-rt59
TID identifier: 203051637
URI: https://hdl.handle.net/10216/141637
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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