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https://hdl.handle.net/10216/141632| Author(s): | Sara Filipa Martins Ribeiro |
| Title: | Psychosocial experiences of involuntary definitive childless women: a comparative study based on reproductive status |
| Issue Date: | 2022-07-12 |
| Description: | São poucos os conhecimentos acerca do estilo de vida sem filhos involuntário definitivo. As investigações que incidiram nesta população focaram-se maioritariamente em pessoas que procuraram tratamento, mas estima-se que 45% das pessoas sem filhos não solicita ajuda médica. A presente investigação tentou colmatar esta lacuna, incluindo tanto mulheres que se submeteram a tratamentos de fertilidade, como as que não o fizeram. Com o objetivo de saber se as mulheres com estilo de vida sem filhos involuntário definitivo tinham níveis mais baixos de ajustamento psicossocial, comparamos este grupo com mulheres inférteis, que estavam a tentar conceber, e presumíveis férteis. Além disso, analisamos o papel que o desejo de parentalidade e a perceção de ter feito tudo para ter filhos tinha no ajustamento das mulheres sem filhos definitivamente. Recrutamos 203 mulheres (n=60 no grupo sem filhos definitivamente, n=78 no grupo de inférteis, n=65 no grupo das presumíveis férteis) através das redes sociais e centros de fertilidade, que completaram um questionário de autorrelato com questões sociodemográficas e clínicas, o Female Sexual Function Index (FSFI), o 2- Way Social Support Scale (2-way SSS), o Relationship Assessment Scale (RAS), e a Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS). A regressão logística binária revelou que as mulheres com estilo de vida sem filhos involuntário definitivo tinham níveis significativamente mais baixos no funcionamento sexual e níveis mais altos de depressão do que as mulheres presumivelmente férteis, mas não diferiam das mulheres inférteis. As mulheres inférteis também não apresentavam diferenças psicossociais relativamente às presumíveis férteis. O ajustamento psicossocial das mulheres sem filhos definitivamente não diferiu quando comparadas as mulheres sem filhos com baixo e alto desejo, assim como aquelas com altas e baixas perceções de ter feito tudo para atingir a parentalidade. Os nossos resultados alertam para o parco ajustamento experienciado no estilo de vida sem filhos involuntário e frisam a necessidade de continuar a acompanhar as mulheres após os tratamentos sem sucesso. Os psicólogos clínicos devem ter em conta estes fatores quando acompanham mulheres com estilo de vida sem filhos involuntário definitivo que podem não se ter submetido a tratamentos, mas também experienciam estes impactos negativos. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| DOI: | 10.34626/bpkw-hn92 |
| TID identifier: | 203051700 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/141632 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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