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https://hdl.handle.net/10216/137910Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Ana Margarida Tapadas Aguiar | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-07T03:27:32Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-07T03:27:32Z | - |
| dc.date.issued | 2021-11-26 | |
| dc.date.submitted | 2022-02-25 | |
| dc.identifier.other | sigarra:516320 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/137910 | - |
| dc.description | O striptease é objeto de estudo de diversas investigações há várias décadas e as mulheres stripteasers são as que recebem a sua maior atenção. Assim como essas investigações, também esta tem como objeto de estudo estas mulheres e procura compreender as suas perspetivas sobre as relações de poder existentes no clube em que trabalham, entender o trabalho emocional que efetuam, perceber o estigma a que estão sujeitas, conhecer as motivações para o desempenho desse trabalho e, ainda, entender em que medida a COVID-19 teve impacto nas suas vidas. Para atingir os nossos objetivos, utilizamos uma metodologia de investigação qualitativa, realizando nove entrevistas a mulheres stripteasers conduzidas através de um guião semiestruturado. As entrevistas foram levadas a cabo tanto em contexto presencial no clube onde as participantes trabalham (n=5), como através de videochamada (n=3), e uma foi iniciada no clube em contexto presencial e finalizada através de videochamada. As entrevistas foram sujeitas a análise de conteúdo. A análise dos dados levou-nos à conclusão de que as participantes consideram que detêm o poder nas interações com os clientes, sendo que algumas consideram mesmo que, dentro do clube, são elas quem detém mais poder, estando até acima do proprietário. Verificamos também que o trabalho emocional é uma realidade no striptease e nem todas consideram que esse tenha um impacto negativo nas suas vidas. Foi possível perceber, ainda, que as participantes percecionam a existência de estigma e que apenas algumas utilizam estratégias para lidar com ele. Constatamos também que apesar das diferentes circunstâncias, a maioria das participantes inicia e mantem-se neste ramo com a motivação monetária. Finalmente, compreendemos que a COVID-19 teve impacto na vida destas mulheres essencialmente ao nível profissional, visto terem períodos em que deixaram de trabalhar, levando a uma redução de rendimentos. Apesar das limitações que este estudo apresenta, consideramos que ele pode ser entendido como dando um contributo importante para a compreensão do fenómeno através da perspetiva das suas principais atrizes. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Ser stripteaser: estigma, relações de poder e trabalho emocional | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/26vp-8523 | |
| dc.identifier.tid | 202803058 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 516320.pdf | Ser stripteaser: estigma, relações de poder e trabalho emocional | 501.77 kB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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