Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/137905
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dc.creatorRita Ferreira Alves de Jesus Campante
dc.date.accessioned2025-11-08T21:30:10Z-
dc.date.available2025-11-08T21:30:10Z-
dc.date.issued2021-11-19
dc.date.submitted2022-02-25
dc.identifier.othersigarra:516322
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/137905-
dc.descriptionA violência contra as pessoas idosas não é uma problemática recente, no entanto constitui uma realidade que é consideravelmente desvalorizada, o que poderá resultar do facto de estarmos numa sociedade em que esta população é profundamente discriminada. O envelhecimento da população, leva à necessidade de recorrer com maior frequência à institucionalização, um contexto ainda mais discriminatório e promotor de violência. Com este estudo pretendemos compreender quais são as perspetivas e atitudes dos/as profissionais que trabalham nestas instituições relativamente ao idadismo e à violência contra as pessoas idosas e como se posicionam face à mesma. Desta forma realizaram-se entrevistas semiestruturadas a 7 profissionais que trabalham ou já trabalharam em instituições residenciais, com idades compreendidas entre os 24 e os 52 anos, sem focar numa classe de profissionais específica, o que resultou numa amostra com enfermeiros/as, auxiliares de geriatria, uma animadora sociocultural e uma administrativa. Posteriormente, procedeu-se à análise dos dados seguindo o método da análise temática (Braun & Clarke, 2006). Desta análise do discurso emergiram 4 temas: As múltiplas facetas da violência, Fatores de vulnerabilidade, Cultura do silêncio e Dinâmicas institucionais. Estes temas remetem para um reconhecimento geral por parte dos/as profissionais para a realidade da violência que existe nas instituições, refletindo ainda uma descrença na possibilidade de mudança. As principais conclusões deste estudo que podem ser destacadas são a noção de que a violência nas instituições é sistémica, que o idadismo opera e contribui para a manutenção do ciclo de violência, e a impotência sentida pelos/as profissionais. Estas conclusões conduzem a algumas implicações práticas que implicam um repensar das instituições e do seu funcionamento, bem como, a uma posição crítica e de questionamento face às ideias estereotipadas sobre o que é ser idoso/a.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleA ditadura do tempo: perspetivas dos/as profissionais dos lares relativamente à violência contra a pessoa idosa institucionalizada
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/c7fz-b208
dc.identifier.tid202803082
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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