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https://hdl.handle.net/10216/137713Registo completo
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Francisca Suellen da Cunha | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-07T00:08:41Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-07T00:08:41Z | - |
| dc.date.issued | 2021-11-18 | |
| dc.date.submitted | 2021-11-26 | |
| dc.identifier.other | sigarra:514763 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/137713 | - |
| dc.description | A relação do ser humano com a cannabis se apresenta como uma prática transversal ao longo da história da humanidade, e nem sempre foi considerada um problema. Sua utilização tem sido explorada desde as antigas civilizações, indicando usos e representações com finalidades múltiplas, além da investigação moderna também reconhecer e comprovar os benefícios do seu uso, culminando em discussões cada vez mais crescentes em torno da descriminalização, regulamentação e legalização do uso, em detrimento da política proibicionista, criticada por seu fracasso. Com o intuito de ampliarmos estas discussões para além das vertentes tradicionais médico-jurídicas, neste estudo analisamos as práticas de consumo da cannabis na relação com o cuidado de si a partir de quem as experimenta. Pretendemos assim, trazer contributos que problematizem a naturalização que separa o uso de drogas da noção de autocuidado. Para tanto, foi desenvolvida uma investigação qualitativa, e realizadas entrevistas semiestruturadas individuais com 18 participantes, amostra alcançada através da técnica snowball. Os resultados apontam para a existência de consumos e consumidores(as) que não se enquadram em representações problemáticas; indicam potencialidades da prática do consumo da cannabis como cuidado de si, onde cada sujeito(a) emprega uma relação de autoinvestigação singular, adquirindo um saber- experiência vinculado, que culmina em dinâmicas de ajustes do consumo aos estados emocionais, contextos específicos e vida funcional, de modo que os benefícios proporcionados pela prática prevaleçam e possibilitem uma melhor relação do sujeito consigo e com o mundo; os dados também revelam que a política proibicionista causa prejuízos aos(às) consumidores(as), submetidos ao mercado clandestino de vendas. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | Práticas do consumo da cannabis como cuidado de si | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/xzxr-aq49 | |
| dc.identifier.tid | 202799875 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado em Temas de Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Aparece nas coleções: | FPCEUP - Dissertação | |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 514763.pdf | Práticas do consumo da cannabis como cuidado de si | 495.93 kB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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