Please use this identifier to cite or link to this item:
https://hdl.handle.net/10216/137680Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Cecília Rodrigues Amaral | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-10T11:01:58Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-10T11:01:58Z | - |
| dc.date.issued | 2021-11-17 | |
| dc.date.submitted | 2021-12-02 | |
| dc.identifier.other | sigarra:514489 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/137680 | - |
| dc.description | O confinamento, imposto pela COVID-19, trouxe implicações às relações de intimidade podendo afetar a qualidade das mesmas. Com base no modelo Vulnerabilidade-Stress- Adaptação adaptado à COVID-19 (Pietromonaco & Overall, 2021a), no presente estudo, com uma amostra de 155 participantes e através da Análise de Pistas, analisou-se o efeito direto da gestão do espaço físico e psicológico no confinamento e do capital emocional crónico (experiências emocionais positivas diádicas) na qualidade das relações. Ademais, foi investigado o efeito moderador do capital emocional sobre a gestão do espaço físico e psicológico no confinamento e a qualidade. De modo exploratório, testou-se ainda o possível efeito direto e moderador do rácio entre o agregado familiar e a tipologia da casa sobre a gestão do espaço físico e psicológico e a qualidade da relação. As variáveis do sexo e da duração da relação foram utilizadas como variáveis de controlo. Os resultados indicaram que o agrado na partilha do espaço físico no confinamento se associou positivamente à qualidade da relação. Adicionalmente, os desafios na partilha do espaço físico e as dificuldades sentidas na gestão do espaço psicológico no confinamento associaram-se negativamente à qualidade. O capital emocional moderou os impactos negativos da gestão do espaço no confinamento na qualidade e o rácio moderou a associação entre o agrado na partilha do espaço físico e a qualidade da relação. Finalmente, os efeitos das variáveis de controlo não foram significativos. Este estudo evidencia a importância do capital emocional crónico na qualidade das relações de intimidade perante stressores externos como o confinamento. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | restrictedAccess | |
| dc.subject | Psicologia | |
| dc.subject | Psychology | |
| dc.title | COVID-19: a gestão do espaço no confinamento, o capital emocional e a qualidade das relações de intimidade | |
| dc.type | Dissertação | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| dc.identifier.doi | 10.34626/0xaz-t940 | |
| dc.identifier.tid | 202798321 | |
| dc.subject.fos | Ciências sociais::Psicologia | |
| dc.subject.fos | Social sciences::Psychology | |
| thesis.degree.discipline | Mestrado Integrado em Psicologia | |
| thesis.degree.grantor | Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Porto | |
| thesis.degree.level | 1 | |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação | |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| 514489.1.pdf | COVID-19: a gestão do espaço no confinamento, o capital emocional e a qualidade das relações de intimidade | 496.2 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
| 514489.pdf Restricted Access | Parecer da Orientadora para Submissão | 433.93 kB | Adobe PDF | View/Open |
Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.
