Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/137549
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dc.creatorInês de Santos Vazquez
dc.date.accessioned2021-12-03T00:23:07Z-
dc.date.available2021-12-03T00:23:07Z-
dc.date.issued2021-11-16
dc.date.submitted2021-12-02
dc.identifier.othersigarra:513543
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/137549-
dc.descriptionA COVID-19 desencadeou o maior estado de emergência global que a humanidade atravessa desde a Segunda Guerra Mundial, constituindo um duradouro e desafiante período de transição na vida e carreira de qualquer pessoa. No caso dos/as atletas federados/as colocam-se alguns desafios específicos sobretudo associados às restrições nos treinos e competições impostas pelas medidas sanitárias, tendo estes/as sido dos que mais cedo paralisaram e que mais tarde retomaram a atividade. O objetivo principal deste estudo exploratório e transversal é compreender a resiliência em atletas federados/as face a esta adversidade. Os 1016 desportistas que participaram nesta investigação têm uma idade média de 30 anos (M=29.7; DP=12.5), com uma amplitude entre os 18 e os 83 anos, são maioritariamente do género masculino (55.4%) e têm em média 14 anos de prática federada (M=14.2; DP=9.55). Devido à implementação do segundo confinamento obrigatório em janeiro de 2021, os/as atletas são também categorizados consoante o momento de resposta - antes do segundo confinamento (G1) e durante o segundo confinamento (G2). Os dados foram recolhidos entre dezembro de 2020 e março de 2021, através de um questionário online. A resiliência foi medida através da avaliação tripartida dos domínios que a constituem: fatores de risco (experiência pessoal com o vírus, consequências na prática desportiva e medo da COVID-19); mecanismos de proteção (satisfação com o suporte social e estratégias de coping); e ajustamento (satisfação com a vida, afeto positivo e negativo e impacto subjetivo da pandemia). Os resultados sugerem que a queda nas características de treino, o tempo sem treinar e em confinamento, o medo da COVID-19 e o uso de estratégias de desinvestimento comportamental são preditores negativos de ajustamento positivo. Por outro lado, o coping ativo, o humor e a satisfação com o suporte social predizem positivamente a adaptação dos/as atletas. Adicionalmente, verificou-se que ser do sexo feminino é um fator de risco acrescido e que as circunstâncias externas, como a gravidade do momento pandémico, parecem interferir no ajustamento dos/as participantes. Conclui-se que os/as atletas podem mitigar o impacto desta adversidade procurando aspetos positivos na situação, realizando esforços ativos para lidar com a mesma, encarando-a com sentido de humor e fomentando os contactos sociais. Para além disso, sugere-se que as instituições desportivas priorizem a saúde mental dos/as atletas e viabilizem, tanto quanto possível, a prática desportiva dos/as mesmos/as.
dc.description.abstractCOVID-19 triggered the greatest global state of emergency that humanity has experienced since World War II, constituting a long-lasting and challenging period of transition in anyone's life and career. In the case of federated athletes, some specific challenges arise, especially those associated with the restrictions in training and competitions imposed by health measures. These athletes were the ones who came to an early standstill and then picked up again later. The main objective of this exploratory and cross-sectional study is to understand the resilience in federated athletes in the face of the aforementioned adversity. 1016 athletes participated in this research with a mean age of 30 years (M=29.7; SD=12.5), ranging from 18 to 83 years, mostly male (55.4%) and with an average of 14 years of federated practice (M=14.2; SD=9.55). Due to the implementation of the second mandatory confinement in January 2021, athletes are also categorized according to the time of response - before the 2nd confinement (G1) and during the 2nd confinement (G2). Data was collected between December 2020 and March 2021 through an online questionnaire. Resilience was measured through a tripartite assessment of its domains: risk factors (personal experience with the virus, effects on sports practice, and fear of COVID-19), protection mechanisms (satisfaction with social support and coping strategies), and adjustment (life satisfaction, positive and negative affect, and subjective impact of the pandemic). The results suggest that the drop in training characteristics, time without training and in confinement, fear of COVID-19, and the use of behavioral divestment strategies are negative predictors of positive adjustment. On the other hand, active coping, humor, and satisfaction with social support positively predicted athletes' adaptation. Furthermore, it was found that being female is an additional risk factor and that external circumstances, such as the severity of the pandemic, seem to interfere with the participants' adjustment. It is concluded that athletes can mitigate the impact of this adversity by looking for the positive aspects of the situation, making active efforts to cope with it, facing it with a sense of humor, and fostering social contacts. In addition, it is suggested that sports institutions should prioritize athletes' mental health and enable their sports practice as much as possible.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleResiliência face à pandemia COVID-19 em atletas federados/as portugueses/as: estudo exploratório
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.tid202792536
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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