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https://hdl.handle.net/10216/137080Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.creator | Amante, Ana | |
| dc.creator | Saraiva, Miguel Marinho | |
| dc.date.accessioned | 2022-09-11T20:14:35Z | - |
| dc.date.available | 2022-09-11T20:14:35Z | - |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.identifier.other | sigarra:509680 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10216/137080 | - |
| dc.description | A Segurança é considerada um dos pilares elementares da qualidade de vida nas cidades, mas é principalmente nestas que se concentram as maiores oportunidades de ocorrência de incivilidades e crimes e, consequentemente, dos maiores sentimentos de insegurança registados. Esta problemática tornou-se ainda mais significativa quando as disparidades e as vulnerabilidades espaciais se acentuaram no período pós-crise e, mais recentemente, com a atual pandemia COVID-19. Porém, apesar do paradigma da segurança ter sofrido alterações aos longos das últimas décadas, de um modelo reativo para um preventivo, a dimensão geográfica da criminalidade permanece frequentemente negligenciada, não só em termos da espacialidade dos próprios eventos criminais, como da associação destes a fenómenos de vulnerabilidade e insegurança urbana. A forma como a população perceciona a sua segurança é de difícil medição e a expressão territorial da criminalidade, a várias escalas (da nacional à local), raramente tem sido objeto de estudo, principalmente na sua articulação com as políticas públicas e de segurança. Pretende-se dar contributos para esta articulação entre as diversas componentes da segurança, os contextos urbanos e as políticas de planeamento, usando como caso de estudo a cidade do Porto, em Portugal. Como fonte de dados, utilizou-se um inquérito à população sobre segurança urbana, sentimento de (in)segurança e qualidade de vida, destinado a residentes permanentes e trabalhadores/estudantes. As respostas de cerca de 500 inquiridos foram comparadas com análises estatístico-espaciais derivadas de dados provenientes de outras fontes oficiais (sociodemográficas e criminais). A análise comparativa da criminalidade, insegurança e de outros fenómenos da vulnerabilidade, sob uma perspetiva espacial comum, permite suportar um debate sobre estratégias preventivas de base local, adequando-as a comunidades e a contextos urbanos específicos. Os contributos desta análise permitem circunscrever caminhos alternativos para a integração de estratégias preventivas de base local, na prevenção da criminalidade, na redução do sentimento de insegurança e, consequentemente, na redução da vulnerabilidade social. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.relation.ispartof | El devenir de las civilizaciones: interacciones entre el entorno humano, natural y cultural | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Geografia | |
| dc.subject | Geography | |
| dc.title | Geografias da (in)segurança e vulnerabilidades sociais em contexto urbano: análise multivariada de um inquérito à população na cidade do Porto | |
| dc.type | Capítulo ou Parte de Livro | |
| dc.contributor.uporto | Faculdade de Letras | |
| Appears in Collections: | FLUP - Capítulo ou Parte de Livro | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
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