Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/136646
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dc.creatorLuís Calafate
dc.creatorSara Calafate
dc.date.accessioned2022-09-07T21:08:06Z-
dc.date.available2022-09-07T21:08:06Z-
dc.date.issued2021
dc.identifier.othersigarra:503440
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/136646-
dc.description.abstract<jats:p>A reflexão e a discussão sobre o papel da especificação genética e da experiência na aquisição de uma função e no desenvolvimento de um indivíduo traduz um debate fascinante e muito atual entre quem trabalha na área do desenvolvimento do comportamento. Acerca do desenvolvimento do comportamento humano e da influência da herança biológica e do meio ambiente estabeleceram-se posições desencontradas e, por vezes, exclusivistas. De um lado, os adeptos da herança genética excluem a possibilidade da influência do meio ambiente. Do outro lado, os adeptos do meio ambiente excluem a herança genética. Existe também uma posição eclética, conciliando ambos os extremos. Além disso, no âmbito das próprias tendências surgem matizes diferenciadoras. Trata-se, portanto, de um assunto bastante polémico ao qual dedicamos este trabalho numa perspetiva das Neurociências. Abordaremos a neuroplasticidade cerebral como a capacidade que o sistema nervoso possui de mudar e adaptar-se, em resposta a estímulos internos e externos, induzindo alterações estruturais e / ou funcionais, ao longo da vida. A plasticidade cerebral constitui um dos pilares dos processos de aprendizagem e de memória. Quando se aprende e se memoriza ou quando se descobre algo desconhecido, a nova experiência deixa uma marca que se traduz em alterações no cérebro. Em suma, o papel das Neurociências no domínio das Ciências da Educação vai ganhando corpo e o conceito de neuroplasticidade é uma condição sine qua non para se tentar estabelecer uma ligação entre a educação, o comportamento e o cérebro.</jats:p>
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.titleAlguns contributos das Neurociências para a Educação: Os ambientes enriquecidos aumentam a capacidade de aprendizagem do nosso cérebro?
dc.typeArtigo em Revista Científica Internacional
dc.contributor.uportoFaculdade de Ciências
dc.identifier.doi10.23882/ne2145
dc.identifier.authenticusP-00V-H7R
Appears in Collections:FCUP - Artigo em Revista Científica Internacional

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