Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/134901
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dc.creatorInês de Bessa Proença Pereira Pinto
dc.date.accessioned2025-11-06T13:59:37Z-
dc.date.available2025-11-06T13:59:37Z-
dc.date.issued2021-07-27
dc.date.submitted2021-12-02
dc.identifier.othersigarra:483820
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/134901-
dc.descriptionNas últimas décadas tem-se observado um crescimento exponencial do setor dos serviços, quer em Portugal como na Europa, nomeadamente os Contact Centres Outsourcers uma vez impulsionados pela globalização e a flexibilização do trabalho. Associada à temática falamos frequentemente em operadores e tarefas altamente especializados, em menor custo do trabalho, em instabilidade das relações laborais, e numa organização do trabalho taylorizada. Assim, as decisões organizacionais de gestão de recursos humanos, nomeadamente no que toca à integração recorrente de novos trabalhadores parecem, então, ter um importante papel na formação inicial e contínua destes trabalhadores. Apesar do interesse e volume de formação existente nos Contact Centres existe uma escassez de informação relativa à atividade de trabalho dos próprios formadores específicos deste contexto. Assim, este estudo propõe-se fazer uma análise da atividade destes profissionais, assim como compreender a conceção que os formadores têm do seu exercício profissional, os contributos percebidos da formação profissional e práticas implementadas num caso de uma Empresa Outsourcer de Contact Centre em Portugal. O estudo contemplou um total de 6 participantes e recorreu, como métodos de recolha de dados, à análise documental, à observação de sessões formativas e à realização de entrevistas semiestruturadas. Os resultados mostram que, acrescidos aos constrangimentos e exigências da atividade na população de formadores, em contexto de Contact Centre Outsourcer encontram-se agravados dada a multiplicidade de fatores que intervêm na atividade profissional deste coletivo. Desde a ausência de autonomia na determinação dos tempos de formação e matérias/suportes dos mesmos, a atividade de trabalho está sujeita a flutuações constantes de fatores externos que determinam uma elevada intensidade de trabalho, a realização de horas extraordinárias com frequência e a fadiga extrema, tanto física como cognitiva. Estas características são, ainda, mais prementes quando falamos de formação inicial e mais frequentemente reportadas por Trainers. Desta forma, a conceção de ações de formação com vista à transmissão de informações e não à conceção das mesmas enquanto processo de desenvolvimento e aprendizagem é o produto das decisões organizacionais que a geram. Neste contexto, os formadores percecionam a importância do seu papel sobretudo associada à gestão da motivação dos operadores tendo em vista sua manutenção em funções no Contact Centre.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.title"Em que é que lhe posso ser útil?": a atividade do formador em contact centre: um caso em Portugal
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/b95c-8h31
dc.identifier.tid202813720
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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