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https://hdl.handle.net/10216/134397| Author(s): | Catarina Oliveira Ramos da Silva |
| Title: | Lessons from four decades of systemic amyloidosis with renal involvement |
| Issue Date: | 2021-05-24 |
| Abstract: | Background: Apart from ATTR amyloidosis, the epidemiology and outcomes of the most common subtypes of systemic amyloidosis in Portugal remain primarily unknown. Methods: This retrospective cohort study evaluated patients with renal biopsy-proven amyloidosis, diagnosed from January 1978 to December 2019. Follow-up started at kidney disease presentation and ended at death or August 2020. Clinical presentation, survival and prognostic factors were analysed. Results: From 123 patients with amyloid nephropathy, 111 had definite amyloid typing and were analysed. AA amyloidosis, the most frequent type (56.1%), related mainly to chronic infection (47.8%) and chronic inflammatory arthritis (29.0%). AL amyloidosis was present in 25.2% of patients and hereditary forms in 6.5% (4.1% AFibE526V, 2.4% ATTRV30M). During follow-up, 73.9% of AA and 54.8% of AL patients progressed to end-stage renal disease, and 79.7% of AA and 77.4% of AL died; median global survival was 66.0 (95%CI, 33.0-99.0) and 18.0 (95%CI, 9.3-26.7) months (p=0.025), respectively. There were no significant differences in renal outcome and survival on dialysis between these two types. In multivariate analysis, cardiac involvement at presentation (HR 5.59 [95%CI, 2.73-11.44]) and eGFR<30mL/min/1.73m2 (HR 2.13 [95%CI, 1.13-4.00]) independently influenced AA and AL amyloidosis survival. In AL, cardiac involvement at presentation was an independent predictor of death (HR 6.63 [95%CI, 2.04-21.56]) and early mortality. Conclusions: AA amyloidosis and related chronic infections are still relevant among Portuguese patients. Advanced disease at presentation explains the poor outcomes in AL amyloidosis. Earlier recognition, accurate fibril subtyping and timely therapy institution are essential to halt disease progression and improve prognosis. |
| Description: | Introdução: Com a exceção da amiloidose por ATTR, a epidemiologia e os outcomes dos subtipos mais frequentes de amiloidose sistémica em Portugal permanecem essencialmente desconhecidos. Métodos: Este estudo de coorte retrospetivo avaliou doentes com amiloidose demonstrada por biópsia renal, diagnosticados entre janeiro de 1978 e dezembro de 2019. O período de follow-up teve início à data da apresentação da doença renal e terminou na data de óbito ou em agosto de 2020. A apresentação clínica, a sobrevida e os fatores de prognóstico foram analisados. Resultados: De 123 doentes com nefropatia amiloide, 111 apresentavam um tipo definitivo de amiloide e foram analisados. A amiloidose AA, o tipo mais frequente (56.1%), relacionou-se principalmente com infeções crónicas (47.8%) e artrites inflamatórias crónicas (29.0%). A amiloidose AL estava presente em 25.2% dos casos e as formas hereditárias em 6.5% (4.1% AFibE526V, 2.4% ATTRV30M). Durante o período de follow-up, 73.9% dos doentes com AA e 54.8% dos doentes com AL progrediram para doença renal terminal, e 79.7% dos AA e 77.4% dos AL morreram; a sobrevida global mediana foi de 66.0 (95%CI, 33.0-99.0) meses e de 18.0 (95%CI, 9.3-26.7) meses (p=0.025), respetivamente. Não existiram diferenças significativas no outcome renal e na sobrevida em diálise entre estes dois tipos. Na análise multivariada, o envolvimento cardíaco à apresentação (HR 5.59 [95%CI, 2.73-11.44]) e a eGFR<30mL/min/1.73m2 (HR 2.13 [95%CI, 1.13-4.00]) foram preditores independentes da sobrevida da amiloidose AA e AL. Na AL, o envolvimento cardíaco à apresentação foi um preditor independente de morte (HR 6.63 [95%CI, 2.04-21.56]) e associou-se a mortalidade precoce. Conclusões: A amiloidose AA e as infeções crónicas subjacentes a este tipo de amiloidose ainda são relevantes entre os doentes portugueses. Doença avançada à apresentação explica os piores outcomes na amiloidose AL. O reconhecimento precoce, a identificação precisa das fibrilas e a instituição atempada da terapêutica são essenciais para interromper a progressão da doença e melhorar o seu prognóstico. |
| Subject: | Medicina clínica Clinical medicine |
| Scientific areas: | Ciências médicas e da saúde::Medicina clínica Medical and Health sciences::Clinical medicine |
| DOI: | 10.34626/aqc4-vn96 |
| TID identifier: | 202848272 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/134397 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| License: | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ |
| Appears in Collections: | FMUP - Dissertação |
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