Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/134362
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dc.creatorTiago André da Silva Oliveira
dc.date.accessioned2025-11-07T08:41:22Z-
dc.date.available2025-11-07T08:41:22Z-
dc.date.issued2021-06-21
dc.date.submitted2021-04-09
dc.identifier.othersigarra:479634
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/134362-
dc.descriptionDor crónica em idade pediátrica é um assunto que tem recebido crescente atenção por parte da comunidade científica. Apesar da escassa literatura, comparativamente aos adultos, devido à sua prevalência significativa, aos seus custos para a sociedade e ao impacto negativo a longo prazo na vida futura dessas crianças torna-se relevante o estudo deste tema. Pretendeu-se fazer uma análise crítica dos fatores de risco para a dor crónica e de que forma estes atuam na modulação da dor, nomeadamente idade mais avançada e o sexo feminino. A hiperbolização da dor, como se fosse algo catastrófico, por parte de pais e filhos conduz à adoção de medidas antálgicas e à sua interpretação como algo nefasto. Sintomas depressivos e ansiedade, em crianças e adolescentes, estão também associados ao desenvolvimento de dor crónica e de maior intensidade. Outros fatores como alterações do padrão de sono, eventos adversos, hipermobilidade das articulações, dor pré-cirúrgica e epigenética têm, também, o seu papel na dor crónica. A modulação da dor nas crianças é semelhante à dos adultos, onde várias áreas cerebrais são implicadas. O impacto destes fatores numa fase tão precoce de maturação do sistema nervoso comporta graves consequências para o neurodesenvolvimento da criança, que a predispõem para aparecimento de dor crónica.
dc.description.abstractChronic pain in pediatric age has been getting more attention from the scientific community in the last years. Compared to chronic pain in adults, there is scarce information about this topic, but its' significant prevalence, costs for society and huge negative impact in quality of life for children, turn it a relevant topic to further studies. In this review, we critically review which risk factors accounting for chronic pain in children and how they affect the modulation of pain. Older age and girls have more prevalence of chronic pain. Pain catastrophizing by parents or children leads to pain avoidance attitudes creating a negative reaction towards pain. Depressive and anxiety symptoms are also associated with more prevalence and intensity of pain. Other factors such sleep patterns, adverse events, joint hypermobility, presurgical pain and epigenetics play a role in chronic pain. The way children´s modulate pain is similar as in adults, and several brain regions are implicated in it. The impact of these factors in such maturation phase of nervous system can hold negative consequences for the neurodevelopment of children, that predispose them to chronic pain.
dc.language.isoeng
dc.rightsrestrictedAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectMedicina clínica
dc.subjectClinical medicine
dc.titleDor Crónica Pediátrica: Fatores de risco e sua influência na modulação da dor
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.doi10.34626/gfhz-ac62
dc.identifier.tid202912434
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde::Medicina clínica
dc.subject.fosMedical and Health sciences::Clinical medicine
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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