Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/132474
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dc.creatorAna Filipa Bettencourt Costa
dc.date.accessioned2025-11-04T21:03:28Z-
dc.date.available2025-11-04T21:03:28Z-
dc.date.issued2020-12-10
dc.date.submitted2020-11-10
dc.identifier.othersigarra:446100
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/132474-
dc.descriptionOs jovens estudantes universitários são um dos grupos que mais acompanha o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação (TIC). Com a expansão destas tecnologias e da internet, o crime encontra novas formas de atuar, e esta população pode estar em maior risco de ser vitimada. O uso da internet e das redes sociais traz benefícios e conforto, mas o seu uso constante e pouco seguro gera consequências difíceis de corrigir e reverter. O cibercrime é um fenómeno que preocupa cada vez mais as autoridades nacionais e os magistrados, no entanto as investigações existentes ainda são insuficientes para prevenir e combater de modo eficaz este crime. Desta forma, o principal objetivo deste estudo é traçar o perfil das vítimas mais frequentes, numa amostra de estudantes, observar a frequência do cibercrime, e averiguar a influência que a consciência deste fenómeno, juntamente com a adoção de medidas de segurança e privacidade, possui na diminuição de uma experiência de vitimação. Esta investigação contou com a participação de 144 estudantes de várias faculdades da Universidade do Porto, com idades compreendidas entre os 18 e 27 anos (M = 21.34, DP = 1.80). Deste total, foi estabelecida uma subamostra de 43 estudantes que foram vítimas de cibercrime. Os nossos resultados demonstraram que as vítimas mais comuns eram do sexo feminino, de cursos socio humanísticos, e do 4º, 5º e 6º ano de faculdade. Estas também viviam sem a família, utilizavam muitas redes sociais, para comunicação e entretenimento, e possuíam pouca literacia digital. Em relação à consciência do cibercrime, e a adoção de medidas de segurança e de privacidade nas redes sociais, estes parecem estar relacionados com a diminuição da experiência de vitimação, mas apenas para alguns cibercrimes. Os crimes mais frequentes na nossa amostra, foram o assédio nas redes sociais, acesso ilegítimo às redes sociais, phishing e cyberstalking.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleCibercrime: um estudo exploratório da população universitária da Universidade do Porto
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/1gta-kf59
dc.identifier.tid202572072
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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