Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/132299
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dc.creatorPedro Filipe de Mesquita Guimarães e Ferreira Cardoso
dc.date.accessioned2021-02-22T00:09:12Z-
dc.date.available2021-02-22T00:09:12Z-
dc.date.issued2020-09-09
dc.date.submitted2020-07-23
dc.identifier.othersigarra:443744
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/132299-
dc.descriptionNurses play a pivotal role in health care systems. In order to guarantee continuation of care round the clock, shift work is inevitable. The resulting disruption of circadian rhythms, allied with the job demand and stressors inherent to the nursing profession, leads to several adverse effects, both physical and psychological. Working shifts, particularly overnight shifts, can make nurses prone to mental distress and feelings of burnout, depression and/or anxiety. Shift work and its impact on mental health of nurses represent a hazard to patients as these are associated with worse work performance and more errors. This literature narrative review aims to synthesize the existing evidence on how different shift work characteristics can influence nurses' mental health, namely burnout, depression and anxiety. For this purpose, an electronic search on PubMed was conducted, using the following query: ((nurses) AND ((((mental health) OR (depress*)) OR (burnout)) OR (anxiety))) AND (shift). This review focused on the comparison of the aforementioned outcomes on nurses with different types of shifts (e.g. night vs day, fixed vs rotating or similar variations). A total of 32 articles were analyzed, 31 original papers and 1 review article. No confluent conclusions were drawn given the conflicting results reported in different studies. Comparisons between the results obtained in the available published papers were hampered by the fact that there were significant differences in the populations studied, as well as distinct analytical tools employed, namely the use of different questionnaires, which inevitably lead to different conceptualization of the outcomes. Additional hinders include the existence of different types of shift work and the consequent inadequacy of dichotomic analysis of shift vs non-shift work. Despite these limitations and the inconsistent results, the evidence suggests that working night shifts entails a negative influence on nurses' psychological well-being. However, the extent of this negative effect is influenced by many factors that play a role in nurses´ tolerance to shift work. In this context, more research is needed, particularly with large sampled, longitudinal studies, in order to be more conclusive to the influence of the shift work on nurses' mental health.
dc.description.abstractOs enfermeiros desempenham um papel fundamental nos sistemas de saúde. De modo a garantir a continuação dos cuidados ininterruptamente, o trabalho por turnos é inevitável. A consequente disrupção dos ritmos circadianos, aliada à exigência e às dificuldades inerentes à profissão, pode causar diversos efeitos adversos, tanto físicos como psicológicos. Trabalhar por turnos, particularmente noturnos, torna os profissionais de enfermagem mais propensos a desgaste mental, sensação de burnout, depressão e/ou ansiedade. O trabalho por turnos e o seu impacto na saúde mental dos enfermeiros representam um risco para os pacientes, estando associados a um pior desempenho e à ocorrência de mais erros. Esta revisão narrativa da literatura visa sintetizar a evidência científica existente sobre a influência de diferentes características de trabalho por turnos na saúde mental dos enfermeiros, nomeadamente no que toca aos outcomes burnout, depressão e ansiedade. Assim, foi realizada uma pesquisa electrónica na PubMed com a seguinte querry: ((nurses) AND ((((mental health) OR (depress*)) OR (burnout)) OR (anxiety))) AND (shift). Esta revisão centrou-se na comparação dos outcomes supracitados em diferentes tipos de trabalho por turnos (por exemplo noite vs dia, fixo vs rotativo ou variações semelhantes). Um total de 32 artigos foram analisados, dos quais, 31 estudos originais e 1 artigo de revisão. Não foi possível alcançar nenhuma conclusão absoluta, devido aos resultados divergentes nos diversos estudos. A comparação dos resultados foi ainda limitada pelas diferenças nas populações estudadas e nos métodos de análise empregues, nomeadamente diferentes questionários, traduzindo-se inevitavelmente numa conceptualização diferente dos outcomes. Outra limitação à análise da evidência existente deve-se à existência de diferentes tipos de trabalho por turnos, tornando a comparação dicotómica shift vs non-shift work inadequada. Apesar destas limitações e da existência de resultados inconsistentes, a evidência sugere que os turnos noturnos acarretam um impacto negativo no bem-estar psicológico dos enfermeiros. Contudo, este impacto é influenciado por diversos fatores relacionados com a tolerância individual ao trabalho por turnos. Neste contexto, é necessária mais investigação, particularmente estudos longitudinais com populações amostrais maiores, de modo a ser mais conclusivo em relação à influência do trabalho por turnos na saúde mental dos enfermeiros.
dc.language.isoeng
dc.rightsopenAccess
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectCiências médicas e da saúde
dc.subjectMedical and Health sciences
dc.titleCaracterísticas do trabalho por turnos e a sua influência na saúde mental dos enfermeiros: uma revisão
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Medicina
dc.identifier.tid202641678
dc.subject.fosCiências médicas e da saúde
dc.subject.fosMedical and Health sciences
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Medicina
thesis.degree.grantorFaculdade de Medicina
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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