Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/131393
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dc.creatorDenise Filipa Coelho Pinto
dc.date.accessioned2025-11-11T15:29:37Z-
dc.date.available2025-11-11T15:29:37Z-
dc.date.issued2020-12-10
dc.date.submitted2020-11-10
dc.identifier.othersigarra:435325
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/131393-
dc.descriptionEste estudo teve como objetivo explorar a relação entre a imagem corporal positiva (ICP), a vinculação e a qualidade de vida (QDV), num grupo de mulheres com cancro da mama e num grupo de mulheres sem esta doença. Foi, ainda, testado o efeito mediador da ICP, na relação entre a vinculação e a qualidade de vida, no grupo de mulheres com cancro da mama. Para tal, foi recolhida uma amostra de 27 mulheres sobreviventes de cancro da mama (pertencentes ao grupo clínico), e 26 mulheres sem historial de doença crónica (inseridas no grupo não clínico). Os resultados demonstraram a ausência de diferenças estatisticamente significativas na ICP, na vinculação e na qualidade de vida, com exceção da qualidade de vida física, onde se verificaram níveis mais elevados deste domínio da QDV no grupo não clínico, comparativamente ao grupo clínico. Adicionalmente, e no que concerne ao grupo clínico, foram constatadas associações positivas entre a ICP e a qualidade de vida (física, psicológica e ambiental), assim como entre a ICP e o conforto com a proximidade. Observaram-se, ainda, correlações negativas entre a ansiedade de separação e a funcionalidade corporal, entre a qualidade de vida psicológica e a ansiedade de separação, e entre a qualidade de vida física e o índice de massa corporal. Salienta-se ainda a existência de uma correlação positiva entre a qualidade de vida psicológica e o conforto com a proximidade. Por fim, demonstrou-se que a funcionalidade corporal medeia aproximadamente 48% da relação entre a ansiedade de separação e a qualidade de vida física e 55% da relação entre a ansiedade de separação e a qualidade de vida psicológica, no grupo clínico. Este estudo surge como contributo importante para uma melhor compreensão da IC positiva na doença oncológica. Efetivamente, ter tido cancro da mama parece não ser impeditivo do desenvolvimento de uma imagem corporal positiva, já que pode transformar- se numa experiência benéfica de aceitação e valorização do próprio corpo.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleAs cicatrizes (in)visíveis: imagem corporal positiva, vinculação e qualidade de vida em mulheres com cancro da mama
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/rdr1-4n16
dc.identifier.tid202576205
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

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