Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/131383
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dc.creatorDaniela Ribeiro da Silva Lopes de Almeida
dc.date.accessioned2025-11-12T11:42:36Z-
dc.date.available2025-11-12T11:42:36Z-
dc.date.issued2020-12-03
dc.date.submitted2020-11-10
dc.identifier.othersigarra:435324
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/131383-
dc.descriptionO cancro hereditário é um tipo particular de cancro que se encontra associado a mutações específicas em determinados genes, altamente penetrantes, que são herdadas como um traço mendeliano (Brankovic-Magic et al., 2012). Testes de suscetibilidade genética permitem a identificação destas mutações genéticas, permitindo sinalizar as síndromes de cancro hereditário antes do surgimento da doença. A realização de um teste genético envolve um processo de ajustamento psicológico da pessoa testada e da sua família. No entanto, existe pouca investigação sobre o impacto da realização de um teste genético no seu parceiro romântico. Este estudo apresenta um cariz exploratório e procura compreender o impacto psicossocial da realização de um teste genético de suscetibilidade ao cancro sobre o parceiro romântico dos candidatos. Neste sentido, procurou-se verificar até que ponto o nível de distress sentido pelo parceiro está relacionado com o distress, a supressão emocional e a perceção de coesão familiar sentidos pelo candidato que realiza o teste genético, assim como o suporte social percebido pelo próprio parceiro. Foi utilizada uma amostra de 64 participantes (32 candidatos e 32 parceiros), sendo que os candidatos não tinham historial do cancro para o qual realizavam o teste. Destes candidatos, 19 realizaram teste genético para cancro hereditário da mama e do ovário e 13 realizaram o teste para FAP, SL e HDGC. Os candidatos eram na maioria do sexo feminino (63%), com média de idade de 39 (DP = 10.94) anos. Os parceiros eram maioritariamente do sexo masculino (56%), com média de idade de 41 (DP = 11.2) anos. Nenhum dos participantes demonstrava um nível disfuncional de distress. Os resultados obtidos demonstram que o nível de distress e a coesão familiar percebida pelo candidato em conjunto explicam, aproximadamente, 24% da variância no distress sentido pelo parceiro romântico, quando se inicia o processo de realização do teste. Este estudo sugere que há uma interdependência entre o ajustamento do candidato e do seu parceiro. Por esse motivo, este estudo poderá contribuir para melhor perceber o processo e as implicações que a realização de um teste por parte de um candidato exerce sobre os familiares próximos, neste caso, os parceiros românticos.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleTeste de suscetibilidade genética ao cancro: estudo exploratório dos determinantes do distress no parceiro romântico
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/g49n-0698
dc.identifier.tid202629040
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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