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https://hdl.handle.net/10216/131089| Author(s): | Márcia Olívia Sampaio Bessa Bernardo |
| Title: | O impacto da escolha e utilidade na avaliação de um membro socialmente desviante |
| Issue Date: | 2020-11-27 |
| Description: | Será que a decisão sobre um membro desviante do endogrupo afeta a forma como esse membro é percebido e avaliado? Existem diferenças quando não há intervenção do participante na escolha? A utilidade de um membro desviante do endogrupo altera a forma como esse indivíduo é julgado? A Teoria da Dinâmica de Grupos Subjetiva (TDGS, e.g., Marques & Páez, 1994) sugere que os membros do endogrupo se encontram motivados para atingir uma identidade social positiva através da maximização da diferenciação intergrupal e da preservação das normas intragrupais. Assim, membros endogrupais que se afastam da norma (desviantes) são mais derrogados que os seus equivalentes exogrupais. No entanto, esta teoria também defende que as normas são dinâmicas, ou seja, que são sensíveis ao contexto. Desta forma, existem certas condições nas quais a derrogação do membro desviante é acentuada e outras nas quais é atenuada. Foram conduzidos dois estudos (N = 113 e 370, respetivamente). No Estudo 1 foi pedido aos participantes que escolhessem um de entre três candidatos (do endogrupo vs. do exogrupo) que, após a escolha dos participantes, foi-lhes identificado como sendo desviante. Este candidato iria supostamente representar o seu grupo num contexto de competição. Mediante as condições, a vitória foi dada como certa ou como incerta. No Estudo 2, o participante ou tinha de escolher um de entre três candidatos (do endogrupo ou do exogrupo) ou foi-lhes apresentada a escolha de um endogrupo ou de um exogrupo relativamente ao candidato. Os resultados do Estudo 1 sugerem que a escolha do participante gera favoritismo endogrupal e que os membros desviantes do endogrupo são menos derrogados quando a vitória é certa, ou seja, quando são úteis. No Estudo 2 encontrou-se um "efeito ovelha negra" relativamente à condição de escolha feita pelo participante. Por sua vez, na escolha do exogrupo os resultados sugerem existir favoritismo endogrupal. Isto é, quando o membro desviante foi percebido como fruto de uma escolha do exogrupo este foi menos derrogado no endogrupo do que no exogrupo. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| DOI: | 10.34626/dgtt-5965 |
| TID identifier: | 202573338 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/131089 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | restrictedAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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