Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/130739
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.creatorMaria José Lopes Rola
dc.date.accessioned2025-11-06T08:15:37Z-
dc.date.available2025-11-06T08:15:37Z-
dc.date.issued2020-12-10
dc.date.submitted2020-11-10
dc.identifier.othersigarra:432842
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/130739-
dc.descriptionSão esporádicas as investigações que se centram no grupo de pessoas solteiras e especificamente em mulheres solteiras. A sociedade confere uma suprema importância às relações heterossexuais românticas e assume que estas são as mais significativas na vida de uma mulher. As normas e expetativas culturais sociais normativas associadas aquilo que é percecionado como sendo o papel da mulher pressionam a mulher solteira para a ideologia do casamento e da família. Pretendeu-se, com esta dissertação, perceber como é compreendida, significada e vivenciada a solteirice em mulheres solteiras e idosas e explorar os possíveis estereótipos/rótulos, representações sociais e discriminação associados à identidade de mulher solteira e mulher idosa. Para o efeito foram conduzidas entrevistas semiestruturadas a oito mulheres idosas solteiras com idades compreendidas entre os 65 e os 78 anos de idade. Os discursos das entrevistadas foram submetidos a análise temática (Braun & Clarke, 2006). Emergiram desta análise quatro temas principais, identificados por frases discursivas das entrevistadas: 1) "Foi uma escolha que eu fiz", 2) "Digo que sou Mãe, Mãe Solteira", 3) "Na minha terra chamam-se Solteironas", e 4) "Ser velha é ser triste". O organizador central dos temas é o Estatuto de Solteira, que marca todos os elementos da análise. Entre as principais conclusões do trabalho, destaca-se que a permanência no estatuto de solteira é uma decisão voluntária desejada e uma identidade legítima. A ausência de uma parceira romântica deve ser encarada com naturalidade e como uma opção/estilo de vida. À mulher solteira ainda são atribuídos rótulos/estereótipos que a definem socialmente e que moldam a sua identidade pessoal. O estatuto de solteira impacta a trajetória de vida da mulher no que concerne também ao seu processo de envelhecimento.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.title"Solteiras, mas não solteironas...": perceções, significações e vivências de mulheres solteiras mais velhas
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/e5vc-b975
dc.identifier.tid202557375
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
Appears in Collections:FPCEUP - Dissertação

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
432842.pdf"Solteiras, mas não solteironas...": perceções, significações e vivências de mulheres solteiras mais velhas685.2 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.