Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/130699
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dc.creatorRita Sofia da Silva Veloso
dc.date.accessioned2025-11-07T02:57:46Z-
dc.date.available2025-11-07T02:57:46Z-
dc.date.issued2020-12-03
dc.date.submitted2020-11-11
dc.identifier.othersigarra:432792
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/130699-
dc.descriptionA pandemia COVID-19 trouxe exigências e pressões extraordinárias sobre os sistemas de saúde em todo o mundo e, em particular, sobre os profissionais de saúde. Face a este cenário, é essencial conhecer melhor as condições que mais contribuem para a emergência do burnout nos profissionais de saúde, alertando para os riscos deste fenómeno e para a necessidade de implementação de medidas preventivas do mesmo. Com este estudo quantitativo, do tipo transversal, descritivo e correlacional, pretendemos determinar os níveis de burnout nos profissionais de saúde comparar os níveis de burnout entre os diversos grupos de profissionais e identificar os principais promotores e protetores do burnout nos profissionais de saúde durante a pandemia COVID-19. O instrumento de recolha de dados utilizado foi um questionário online desenvolvido para o efeito, numa amostra do tipo bola de neve, aplicado a 5417 profissionais de saúde de todo o país. Os dados recolhidos foram processados nos programas estatísticos IBM SPSS Amos v.26 e IBM SPSS Statistics v. 26, recorrendo a análises descritivas, correlacionais, e análises fatoriais confirmatórias (AFC). Os resultados mostraram que os médicos e os enfermeiros evidenciaram níveis mais elevados de burnout quando comparados com os restantes grupos profissionais, e.g. (63% dos enfermeiros e 60% dos médicos a apresentarem níveis elevados de burnout na dimensão pessoal, e 62% e 60%, respetivamente, na dimensão relacionada com o trabalho). A profissão revelou ter efeito nas três dimensões avaliadas do burnout. As exigências no trabalho demonstraram ser o fator mais promotor de burnout, explicando 37% deste fenómeno, enquanto o suporte organizacional revelou ser o seu maior protetor, explicando 22% do burnout global. O presente estudo pode constituir um contributo importante para alertar os dirigentes de instituições de saúde para a dimensão da problemática e contribuir para o desenho de intervenções cujo objetivo seja moderar, ou mesmo prevenir o burnout nos profissionais de saúde, especialmente, em situações de pandemia, cujas consequências pessoais, organizacionais e sociais poderão ser de elevado impacto na nossa sociedade.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleBurnout nos profissionais de saúde durante a pandemia COVID-19
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/rw7q-tn39
dc.identifier.tid202554805
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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