Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/130693
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dc.creatorCarlos Alberto Matoso Caldas
dc.date.accessioned2025-11-06T15:55:52Z-
dc.date.available2025-11-06T15:55:52Z-
dc.date.issued2020-12-02
dc.date.submitted2020-11-09
dc.identifier.othersigarra:432851
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/130693-
dc.descriptionAsreformas da governação do ensino superior em Portugal, com o propósito de corresponder aos desafios impostos após a revolução de 1974, visaram não só o desenvolvimento econômico pela expansão e democratização do ensino mas também acompanhar as mudanças que vinham ocorrendo em toda a Europa que, sob influência da Nova Gestão Pública, preconizavam a diminuição da participação do estado, conferindo autonomia às instituições e reconfigurando o modelo de governação das Instituições de Ensino Superior (IES). Os órgãos de governo das instituições de ensino superior portuguesas viram reforçada a presença e a influência da presença de "personalidades externas" em sua composição. Portanto, nesta investigação busca-se identificar como os demais membros percebem a participação do stakeholders externos nos Conselhos Gerais, por meio de estudo de caso envolvendo uma universidade e um instituto politécnico, ambos públicos. O quadro teórico fundamenta-se na teoria dos stakeholders de Freeman (1984) a partir de uma revisão feita por Mitchell, Agle, and Wood (1997) Toward a Theory of Stakeholder Identification and Salience: Defining the Principle of Who and What Really Counts, que considera que os stakeholders externos, ou seja, os membros cooptados, podem ser percebidos pelos demais membros pela posse, ou posse a eles atribuída, de um, dois ou todos os três atributos a seguir: (1) o poder do stakeholder de influenciar a instituição, (2) a legitimidade do relacionamento do stakeholder com a instituição e (3) a urgência da reivindicação do stakeholder sobre a instituição. Conclusivamente, com base nas percepções dos membros internos do Conselho Geral, concluiu-se que o perfil dos stakeholders externos enquadra-se na Classe dos Expectantes - dominantes, pois utilizam o poder para influenciar a instituição e a legitimidade para exercerem essa influência. Adicionalmente, que as características peculiares das duas instituições, representantes do sistema binário do ensino superior, não mostram diferenças entre as percepções dos membros internos acerca dos stakeholders externos.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCiências da educação
dc.subjectEducational sciences
dc.titleO papel dos stakeholders externos nos conselhos gerais das instituições de ensino superior: estudo de caso
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/g33j-9984
dc.identifier.tid202554767
dc.subject.fosCiências sociais::Ciências da educação
dc.subject.fosSocial sciences::Educational sciences
thesis.degree.disciplineMestrado em Ciências da Educação
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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