Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/130684
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dc.creatorAna Margarida Faria Ribeiro
dc.date.accessioned2025-11-12T15:09:43Z-
dc.date.available2025-11-12T15:09:43Z-
dc.date.issued2020-12-03
dc.date.submitted2020-11-10
dc.identifier.othersigarra:432843
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/130684-
dc.descriptionA resiliência e sentimento de pertença têm sido variáveis identificadas pela literatura como fazendo a diferença no sucesso e satisfação académica de estudantes universitários/as. Tal é particularmente verdade quando existem situações que podem ser indutoras de adversidade, desafiando os recursos disponíveis. Os/as estudantes não tradicionais, como é o caso dos deslocados/as, bolseiros/as e de primeira geração, são um exemplo paradigmático em que essas variáveis psicológicas podem fazer a diferença no ajustamento nesta importante transição que é a entrada e frequência do ensino superior. As características sociais e culturais de diferentes países podem ter impacto nestes processos, pelo que se justifica a pertinência da realização de estudos interculturais. A presente investigação foi desenvolvida com o objetivo de explorar as diferenças em função do estatuto dos/as estudantes universitários portugueses ditos tradicionais e não tradicionais nos níveis de resiliência, sentimento de pertença e satisfação académica, identificar os preditores de satisfação académica e comparar o efeito do estatuto do estudante e da cultura no sentimento de pertença, comparando estudantes portugueses e polacos. Participaram no estudo 155 estudantes universitários/as portugueses e 146 estudantes polacostradicionais e não tradicionais. Estes/as participantes responderam a um questionário disponível online com questões sociodemográficas, a escala Child and Youth Resilience Measure, o Instrumento de Avaliação do Sentimento de Pertença e o Questionário de Satisfação Académica. Os resultados sugerem a existência de poucas diferenças entre estudantes ditos tradicionais e não tradicionais nas variáveis estudadas. Apenas foram observadas diferenças significativas em função de ser ou não bolseiro/a na satisfação académica, sendo que os/as bolseiros/as percecionam níveis mais altos de satisfação académica comparativamente com os não bolseiros. Para além disso, verificou-se que o estatuto de bolseiro/a, a resiliência e o sentimento de pertença são preditores de satisfação académica. Por fim, não foram observadas diferenças entre os/as estudantes portugueses/as e polacos/as de primeira e segunda geração nos níveis de resiliência. Algumas implicações para estudos futuros e para a intervenção serão discutidas.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleResiliência e sentimento de pertença: estudo comparativo entre estudantes universitários tradicionais e não tradicionais portugueses e polacos
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/291a-4229
dc.identifier.tid202557251
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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