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https://hdl.handle.net/10216/129718| Author(s): | Maria Inês Conde Rodrigues Fonseca |
| Title: | "Cisne branco ou cisne negro?": o papel da dança na saúde mental |
| Issue Date: | 2020-10-27 |
| Description: | O presente estudo tem como objetivo central a exploração do papel da prática de dança nos níveis de perfecionismo, ansiedade, qualidade de vida, risco de perturbações do comportamento alimentar e índice de massa corporal (IMC). Pretende comparar diferentes estilos de dança e diferentes níveis de envolvimento com a prática da mesma, colmatando, desta forma, fragilidades da literatura neste tema. Recorreu-se, para tal, a uma amostra constituída por 60 participantes, 30 praticantes de dança e 30 sujeitos que nunca frequentaram aulas de dança. Um terço dos bailarinos pratica ballet clássico e contemporâneo, um terço danças de salão/ sociais e um terço danças urbanas. O número de horas de prática de dança por semana varia entre 1 e 30 horas. Os resultados obtidos revelam níveis significativamente mais baixos de ansiedade e níveis mais elevados de qualidade de vida no grupo de bailarinos, não se verificando diferenças entre bailarinos e não bailarinos nos níveis de perfecionismo e perturbações do comportamento alimentar. Relativamente ao número de horas de prática de dança, encontra-se, por um lado, correlações positivas, moderadas a fortes, com as variáveis ansiedade e risco de perturbações do comportamento alimentar e, por outro, uma correlação negativa, forte, com a qualidade de vida, não se verificando relação com a variável perfecionismo. No que concerne à comparação entre estilos de dança, os praticantes de danças urbanas revelam níveis de perfecionismo significativamente mais elevados, comparativamente com os praticantes de ballet clássico/ contemporâneo, enquanto que estes últimos apresentam um valor médio de IMC significativamente mais baixo, quando comparados com os praticantes de danças de salão/ sociais. O estilo de dança praticado não apresenta relação com os níveis de ansiedade, qualidade de vida ou perturbações do comportamento alimentar. Não se verificam diferenças entre sexos, nos bailarinos, nas variáveis em estudo, para além das diferenças encontradas no IMC. Em síntese, o presente estudo apresenta-se otimista na visão da influência da prática de dança, em geral. Dá-se conta, no entanto, do impacto negativo do aumento do nível de envolvimento com a dança na saúde mental. A variável estilo de dança não revela um papel de relevar na saúde mental. |
| Subject: | Psicologia Psychology |
| Scientific areas: | Ciências sociais::Psicologia Social sciences::Psychology |
| DOI: | 10.34626/vfh2-mt41 |
| TID identifier: | 202538206 |
| URI: | https://hdl.handle.net/10216/129718 |
| Document Type: | Dissertação |
| Rights: | openAccess |
| Appears in Collections: | FPCEUP - Dissertação |
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| 426716.pdf | "Cisne branco ou cisne negro?": o papel da dança na saúde mental | 578.63 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
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