Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/129695
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dc.creatorCatarina Pinto Pereira
dc.date.accessioned2025-11-07T14:55:02Z-
dc.date.available2025-11-07T14:55:02Z-
dc.date.issued2020-10-19
dc.date.submitted2020-09-29
dc.identifier.othersigarra:426679
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/129695-
dc.descriptionPortugal é comumente reconhecido como um bom exemplo de política de drogas, o que se deve, em grande parte, ao facto de grandes melhorias terem sido alcançadas no país quanto aos problemas relacionados com o uso de drogas desde a reforma da política implementada no início do século. Todavia, embora os principais desafios tenham sido enfrentados, ainda existem várias melhorias que devem ser feitas, nomeadamente na área da Redução de Riscos e Minimização de Danos (RRMD). Ao implementar respostas de RRMD e ao projetar intervenções para grupos sociais específicos é crucial explorar as dimensões do risco ambiental que esses grupos vivenciam, tais como as encontradas em ambientes rurais e urbanos. O uso de drogas em áreas rurais de Portugal é claramente um tema pouco estudado, embora os seus desafios específicos sejam comumente afirmados e problematizados tanto por profissionais como por Pessoas que Usam Drogas (PUD). Este estudo tem assim como objetivos explorar o uso de substâncias e a implementação de serviços de Redução de Riscos em ambientes rurais e urbanos, a fim de entender o risco ambiental e os desafios que esse meio pode impor tanto no uso de substâncias quanto na implementação desses serviços. Com vista a responder a este propósito, utilizou-se uma metodologia de investigação mista, que combina um questionário aplicado às equipas portuguesas de RRMD e dois grupos focais com PUD, técnicos de redução de riscos e técnicos com competência de decisão no âmbito dos comportamentos aditivos. O material qualitativo recolhido foi submetido a uma análise de conteúdo, e o quantitativo a uma análise estatística descritiva, de forma a dar resposta às questões de investigação estabelecidas. Os resultados revelam que as diferentes equipas de redução de riscos do país lidam com uma ponderação muito particular e diferencial relativamente aquilo que são fatores de risco tipicamente presentes em contexto rural e em contexto urbano, dependendo da sua área de intervenção. É assim fundamental que os riscos que cada equipa enfrenta sejam avaliados, a fim de se proceder à modificação e adaptação das estratégias de intervenção e das condições (e.g. de financiamento) fornecidas às equipas, tendo por base a variabilidade ambiental encontrada.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleNão é só nas grandes cidades que se usam drogas: um olhar a partir da redução de riscos e/ou minimização de danos
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/7yk3-7h96
dc.identifier.tid202537129
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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