Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/129379
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dc.creatorClara Manuel Portela Meira
dc.date.accessioned2025-11-06T04:01:31Z-
dc.date.available2025-11-06T04:01:31Z-
dc.date.issued2020-07-17
dc.date.submitted2020-06-22
dc.identifier.othersigarra:422598
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/129379-
dc.descriptionEste trabalho tem como objetivo contribuir para o reconhecimento da importância do papel paterno no desenvolvimento da criança, bem como dar palco às semelhanças nos padrões de interação das figuras parentais, nomeadamente o facto de ambos serem sensíveis às características e competências dos filhos. Pretendemos suscitar e dar asas à modificação da importância que se dá ao homem enquanto cuidador. Sabemos, ainda, que cada etapa de desenvolvimento tem associadas diferentes tarefas desenvolvimentais e, assim, diferentes características e competências a desenvolver e às quais é necessário dar resposta. Este estudo centra-se na etapa da idade escolar. Tendo como quadro concetual de referência a Teoria da Vinculação de John Bowlby (1958), abordamos determinados padrões de comportamento e os laços íntimos e emocionais criados entre um indivíduo e os seus cuidadores primários, que incluem uma dimensão de proteção - o sistema de vinculação - e uma dimensão de exploração - o sistema de exploração. Assim, espera-se que as Figuras de Vinculação Primárias cumpram a função de Porto Seguro e/ou a função de Base Segura Para Exploração. No estudo empírico, com uma amostra de 175 crianças em idade escolar, procurámos explorar a representação social do papel do pai, relacionando-a com as funções supracitadas e com os objetivos dos sistemas de vinculação e de exploração na idade escolar. Os resultados da investigação foram discutidos à luz da Teoria da Vinculação, permitindo a compreensão da figura paterna como Figura de Vinculação Primária no âmbito da representação social das crianças que compõem a amostra. Refletimos, ainda, com base na Teoria da Vinculação, sobre a continuidade e manutenção dos sistemas de vinculação e exploração ao longo do ciclo vital do indivíduo. As conclusões alcançadas, para além de associarem a representação social do papel do pai ao papel de proteção e ao papel de suporte à exploração, mostram que este é tão competente e sensível como a figura materna, ocupando uma posição central no desenvolvimento da criança, uma vez que se encontra representado como Figura de Vinculação Primária. São, ainda, visíveis as transformações associadas a estes padrões de comportamentos, originadas pela maturação da criança e evolução das suas necessidades.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titleO pai como figura de vinculação primária
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/9yze-t111
dc.identifier.tid202511456
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado Integrado em Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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