Utilize este identificador para referenciar este registo: https://hdl.handle.net/10216/129372
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCíntia Quintanilha Ritta Pereira
dc.date.accessioned2025-11-11T13:03:13Z-
dc.date.available2025-11-11T13:03:13Z-
dc.date.issued2020-07-24
dc.date.submitted2020-06-23
dc.identifier.othersigarra:422576
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10216/129372-
dc.descriptionEnquanto Portugal e Brasil são países que apostam na redução de danos como um dos princípios norteadores da atenção no campo de álcool e outras drogas, apresentam importantes diferenças em suas políticas de drogas vigentes: enquanto o primeiro assume uma política descriminalizadora, o segundo ainda adota uma politica mais repressiva e conservadora, embora tenha apresentado tímidos avanços nos últimos 12 anos. Diante deste contexto, o estudo pretendeu perceber como os trabalhadores de cada país, diante de diversas semelhanças e diferenças, pensam o fenômeno e as políticas de drogas, assim como o trabalho em redução de danos. O presente estudo consistiu então em uma pesquisa comparativa e exploratória de caráter qualitativo, tendo sido realizadas 12 entrevistas semiestruturadas a diferentes profissionais atuantes na área da redução de danos e em equipes que atuam no terreno, tendo sido seis de cada país pesquisado. O método de análise de conteúdo foi utilizado para analisar e categorizar o discurso dos entrevistados, originando as seguintes temáticas: Fenômeno e políticas de drogas; redução de danos; redução de danos e controle social e relação e redução de danos. Como resultados gerais, constatou-se que trabalhadores de ambos os países posicionam-se de forma crítica ao modelo proibicionista, contudo, poucos posicionaram-se a favor da legalização sem colocar algum tipo de preocupação, condição ou impasse para tal; todos os entrevistados declararam acreditar na coexistência entre autonomia e consumo de substâncias psicoativas, entretanto, a maior parte dos entrevistados portugueses referiu acreditar que existam condições para tal, o contrário do que se verificou entre entrevistados brasileiros; poucos trabalhadores brasileiros visualizam a relação entre redução de danos e controle social, o contrário do que se verificou em Portugal; a percepção da influência da relação entre utentes e técnicos para o desenvolvimento do trabalho de redução de danos foi o ponto onde verificou-se maior afinidade entre os dois grupos entrevistados, tendo ambos destacado a importância da relação entre técnico e utente para o desenvolvimento do trabalho em redução de danos.
dc.language.isopor
dc.rightsrestrictedAccess
dc.subjectPsicologia
dc.subjectPsychology
dc.titlePercepções e práticas em álcool e drogas e redução de danos no Brasil e em Portugal
dc.typeDissertação
dc.contributor.uportoFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
dc.identifier.doi10.34626/3qcc-8548
dc.identifier.tid202511219
dc.subject.fosCiências sociais::Psicologia
dc.subject.fosSocial sciences::Psychology
thesis.degree.disciplineMestrado em Temas de Psicologia
thesis.degree.grantorFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
thesis.degree.grantorUniversidade do Porto
thesis.degree.level1
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