Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/128790
Author(s): Francisco José Limpo Serra dos Santos Dias
Title: Renal warm ischemia in organ donors after circulatory death
Issue Date: 2020-05-22
Abstract: Chronic kidney disease is the most common type of organ failure worldwide, with a prevalence of 13.4% for all stages. Organ transplantation is the only curative option for end-stage kidney failure. However, shortage in organ donors remains a major obstacle in organ transplantation, with donation after circulatory death being the most viable path to increase the donor pool. The circumstances that surround this type of donation are different from donation after brain death, namely concerning warm ischemia times, which are longer and may preclude a successful transplantation. This article describes the pathophysiology of warm ischemia and summarizes recent developments in technological and methodological practices that mitigate the mechanisms of warm ischemia. Anoxia, mitochondrial dysfunction, calcium overload, oxidative and nitrosative stress, immune response and no-reflow are the main mechanisms by which ischemia leads to cell death and organ dysfunction. In-situ oxygenated recirculation, abdominal normothermic organ recirculation, abdominal hypothermic organ recirculation and ex-vivo machine perfusion ensure continued organ perfusion and prevent prolonged warm ischemia in organ donation. These, coupled with the optimization in the identification and assessment of potential donors after circulatory death may lead to a significant increase in the number and success rates of organ transplantation worldwide
Description: A doença renal crónica é o tipo mais comum de insuficiência orgânica no mundo, com uma prevalência de 13.4% para todos os estádios. A transplantação é, neste momento, a única opção curativa para a insuficiência renal terminal. No entanto, a escassez de dadores de orgãos continua a ser o maior obstáculo à transplantação, sendo que a doação após morte circulatória continua a ser o método mais viável de aumentar o número de dadores. As circunstâncias que envolvem este tipo de doação são diferentes da doação após morte cerebral, nomeadamente no que toca a intervalos de isquemia quente, que são mais longos e podem impedir uma transplantação bem sucedida. Este artigo descreve a fisiopatologia da isquemia quente e sumaria os avanços recentes em práticas tecnológicas e metodológicas que visam mitigar os mecanismos de isquemia quente. A anóxia celular, disfunção mitocondrial, overload de cálcio, stress oxidativo e nitrosativo, a resposta imune e o fenómeno de no-flow são os principais mecanismos pelos quais a isquemia leva à morte celular e à disfunção orgânica. Recirculação oxigenada in-situ, recirculação orgânica normotérmica abdominal, recirculação orgânica hipotérmica abdominal e perfusão ex-vivo mecânica do órgão podem assegurar a perfusão contínua dos orgãos e evitam intervalos prolongados de isquemia quente. Estes métodos, juntamente com a otimização da identificação e avaliação de potenciais dadores após morte circulatória podem levar a um aumento significativo do número e do sucesso da transplantação orgânica a nível mundial.
Subject: Medicina básica
Basic medicine
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde::Medicina básica
Medical and Health sciences::Basic medicine
DOI: 10.34626/kh2x-2459
TID identifier: 202613526
URI: https://hdl.handle.net/10216/128790
Document Type: Dissertação
Rights: openAccess
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