Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/10216/128747
Author(s): Ana Luísa Maia de Andrade Moreira
Title: Emetropização na Infância
Issue Date: 2020-06-02
Abstract: Introduction: The growth of the eye is characterized, not only, by the increase in size of its constituents, but it is also influenced by the individual's genetic heritage as well as his environment and visual exposure in an active emmetropization process, that makes the refractive errors present at birth disappear. Methods: We carried out a bibliographic research at MedLine. Non-experimental longitudinal studies were selected in healthy populations of children up to 10 years of age, whose refractive errors were measured objectively and under cycloplegia. Results: Hyperopia is the most common refractive error in early childhood. Up to 18 months of age, there is a marked variation in the spherical equivalent. The incidente of myopia is reported between 27.3% to 36.2% from 7 to 11 years of age. The variation of the spherical equivalent tends toward myopization at different speeds depending on the age of the child and the presence of refractive errors. Astigmatism is also common in early childhood and decreases in prevalence and value over age. Its late incidence is low with 10.9% of children developing astigmatism from 8 to 11 years of age. Discussion: The presence of myopia in early infancy is a predictor of higher degrees of myopia later in life and hyperopia seems to be protective. The role of astigmatism in the process of emmetropization is not yet clear. Conclusion: The variability between the different studies limits the extrapolation of definitive conclusions about the process of emmetropization between different populations.
Description: Introdução: O crescimento do olho não se caracteriza apenas pelo aumento do tamanho dos seus constituintes. É influenciado pelo património genético, ambiente e exposição visual, num processo de emetropização ativa no qual os erros refrativos presentes ao nascimento se desvanecem. Métodos: Realizou-se uma pesquisa na MedLine e foram selecionados estudos longitudinais não experimentais em populações saudáveis de crianças até aos 10 anos de idade, cujo erro refrativo tenha sido medido de forma objetiva e sob cicloplegia. Resultados: A hipermetropia é o erro refrativo mais comum na infância precoce, havendo uma variação marcada do equivalente esférico até aos 18 meses de idade. Reportam-se incidências de miopia entre os 27,3% a 36,2% dos 7 aos 11 anos de idade. A variação do equivalente esférico dá-se tendencialmente no sentido da miopização a diferentes velocidades consoante a idade e de acordo com os erros refrativos iniciais. O astigmatismo é comum na infância precoce, diminuindo em prevalência e valor no decorrer da idade; a sua incidência tardia é baixa, com 10.9% das crianças a desenvolverem astigmatismo dos 8 aos 11 anos de idade. Discussão: A presença de miopia na infância precoce é preditor de maiores graus de miopia posteriormente e a hipermetropia parece ter um papel protetor. Ainda não é claro o papel do astigmatismo no processo de emetropização.  Conclusão: A variabilidade entre diferentes estudos limita a extrapolação de conclusões definitivas sobre o processo de emetropização entre diferentes populações.
Subject: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
Scientific areas: Ciências médicas e da saúde
Medical and Health sciences
DOI: 10.34626/nz89-hd73
TID identifier: 202612457
URI: https://hdl.handle.net/10216/128747
Document Type: Dissertação
Rights: restrictedAccess
License: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
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